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Fartografando 5.23

Nonada, foi escrito por Santaum no dia 58 de Discórdia de 3174 YOLD às 7:00:38

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A série Fartografando 5.23 é uma novidade na Cabala Santaumniana. Se trata de uma farta introspecção visual das fotografias amadoras apresentadas pelo próprio autor desta Cabala.

Neste primeiro post da série, eis a grande pergunta que não quer calar: Por acaso você consegue observar nessa foto algum objeto, ou UFO, ou bicho, ou qualquer coisa que esteja voando?

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Nota integral definida de 0 a 1 de 2xdx: essas fotografias são relativamente pesadas, pois foram tiradas a 7.2 megapixels. Se a sua conexão for bastante ruim, lamentamos com muita tristeza essa impossibilidade e sugerimos que tente uma conexão um pouco melhor - e se possível usando o Mozilla Firefox - para que esses eventuais problemas sejam sanados. Se mesmo assim não dar certo, a Cabala de um Santo Grande de Segunda Classe que Come Pão Sírio sugere que faça 23 flexões de braço em frente a um pote de sorvete de 2 litros da Kibon sem saborear.

Nota integral definida de 0 a 2 de xdx: Para ver as fotos com mais detalhe, basta clicá-las. Sem esse belíssimo recurso, não dá pra responder as perguntas, que na verdade se tratam de apenas uma.

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Voltando ao texto, pergunta fácil, hã?

A primeira pergunta serviu para estimular a investigação das duas fotografias posteriores. Vamos agora para a segunda imagem. Repito novamente a pergunta: Por acaso você consegue observar nessa foto algum objeto, ou animal, ou alienígena, ou qualquer coisa que esteja voando?

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Fácil também hã?

Finalmente para o grande desafio final: quero que descubra onde está esse mesmo objeto, ou coisa, ou urubu, ou jacaré, ou qualquer coisa voadora na figura a seguir.

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Quem ganhar terá o privilegiado de sentar em cima do coitado que fizer as 23 flexões de braço em frente ao sorvete, com direito a sobremesa ainda.

Grande abraço a todos.

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Categoria: Fartografando 5.23, O Burro e o Figo

Para Estudar Idiomas

Nonada, foi escrito por Santaum no dia 57 de Discórdia de 3174 YOLD às 5:00:73

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Este post é mais informativo. Serve para ME ajudar no aprimoramento desses idiomas que estou sempre estudando: português, english, français e español.

Os links abaixo são alguns do vários disponíveis na internet que mais me interessei. Basta clicar em cada thumbnail para acessá-los.

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Français

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English:

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Español:

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Português:

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Espero que estes links também sejam úteis para o leitor.

Grande abraço a todos.

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Categoria: 10111

Não. Pelo Menos Ainda…..

Nonada, foi escrito por Santaum no dia 55 de Discórdia de 3174 YOLD às 9:41:99

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De vez em quando me deparo com lamentações casuais, porém interessantíssimas.

Primeiramente, as escolhas são complexas e podem alterar completamente o rumo da nossa vida. Me lembro de quando tinha 6 anos. Aprendi a ler com 4 anos e no pré-primário já estava um pouco adiantado diante dos demais alunos. Poucos sabiam ler e eu já estava engajado nisso há um bom tempo. Nessa época, a diretora do colégio pediu a minha mãe para que eu adiantasse um ano na escola. Ou seja, que eu passasse, em pleno mês de setembro de 1988, para o primeiro ano fundamental e que no próximo ano já fizesse o segundo.

Me lembro que chorei bastante na época, pelo simples fato de que não queria de maneira alguma mudar de turma. Estabelecendo, a partir dessa ótica, percepções condicionais, SE eu tivesse decidido adiantar na escola, minha vida seria completamente diferente! Isso é incrível! Às vezes me pergunto: como que seria isso e aquilo na minha vida? Como seria minha trajetória?

Quanto às lamentações casuais, vou ser direto ao assunto agora. Eu queria ser dois, ou três, ou mil ao mesmo tempo. Eu queria ser tudo. Ou tudo e mais um pouco. Gostaria de fazer ao mesmo tempo todos os conteúdos disponíveis do doutorado e absorver todo o conhecimento possível existente. Gostaria de estar em todos os lugares ao mesmo tempo. Como seria bom se tivesse ao mesmo tempo em Wai’ale’ale, Cabo da Boa Esperança, Montes Urais, Rio Volga, Lapônia, Fremont, Frisco, Chichen Itza, Picchu, Titicaca, Kilimanjaro e o fantástico Uluru!

Nada disso ocorre. Corro atrás de um - e somente um - projeto de doutorado, se eu conseguir; permaneço somente nessa terra solitária; não tenho essa capacidade espacial de estar ao mesmo tempo com minha namorada, grandes amigos e minha bela família!

Não posso estar ao mesmo tempo em contato físico com meus amigos discordianos; não posso estar em vários lugares ao mesmo tempo; não tem como eu ler On The Road e Grouxo-Maxismo em 10 minutos e muito menos posso aprender tudo nesse tempo curto que é a nossa vida.


Creative Commons License photo credit: muha…

Quando achamos que nossas capacidades são enormes, acabamos percebendo que elas são mais limitadas do que parecem.

Grane abraço a todos.

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Categoria: Papo de Buteco

O 23 me Persegue ou É Algum Aviso?, parte II

Nonada, foi escrito por Santaum no dia 53 de Discórdia de 3174 YOLD às 9:28:56

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Teleférico é uma diversão à parte, ainda mais quando se trata de bondinhos numerados.

Na ida, pegamos o carrinho de número 27 - coincidência ou não, nesse ano faço 27 anos no dia 27 de agosto (ignore esse falso calendário!!!!!). Minha namorada me falou que não era o 23. Concordei com ela e disse: “Quem sabe na volta não pegamos o 23, hã?”. Na hora estava até filmando quando falei isso.

Fomos no cristo, depois no paraglider e novamente voltamos para o cristo. Depois dessa longa e excitante jornada numa altitude de 1.600 metros, finalmente pegamos o teleférico para voltar à praça mais bonita do Brasil. Onze pessoas estavam na nossa frente. Como em cada bondinho cabiam 4 pessoas, e eram quatro grupos de pessoas, ficamos na espera. Passaram os bondinhos 11, 14, 10, 22.

Nonada, quando foi a nossa vez, qual bondinho apareceu? Veja a foto. Incrível!!!!!

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Mais nada a declarar, exceto o fim de semana, que foi ótimo. Obrigado 23.

Grande abraço.

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Categoria: Discordianismo, Empreitadas Bucaneiras

In Rainbows e o Pôr-do-Sol

Nonada, foi escrito por Santaum no dia 51 de Discórdia de 3174 YOLD às 5:33:74

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Uma banda me chamou bastante a atenção nos últimos dias: Radiohead.

Minha relação com o álbum In Rainbows começou com uma carona. Meu grande amigo Mendes - exímio apreciador de rock alternativo desde os tempos de república na época de faculdade - tomou ma decisão quando estava dirigindo: pegou o CD In Rainbows [2007] do Radiohead e o colocou no carro em alto e bom som. Decisão nonadista, por sinal.

Tudo isso ocorreu em um fim de semana chuvoso em Uberlândia-MG, na comemoração da festa dos 3 anos de formatura. Naquele momento em que se escutara 15 Steps no carro, o tempo se abria e era fim de tarde. Sabe quando as nuvens se cruzam com o pôr-do-sol e um festival de cores variando desde o amarelo ao vermelho entrelaça o céu e nos premia com aquela paisagem maravilhosa? Simplesmente, isso aconteceu.

Toda vez que escuto esse álbum - principalmente a bela faixa 15 Steps - sempre me lembrarei eternamente daquele instante que me revelou uma das paisagens mais fantásticas que vi até hoje em toda a minha vida.

A seguir, vídeos das faixas de In Rainbows que mais gosto de ouvir.

15 Steps

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Weird Fishes/Arpeggi

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Jigsaw Falling Into Place

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Bodysnatchers

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Grande abraço a todos.

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Categoria: Póperó

Uma Nova Humanidade

Nonada, foi escrito por Santaum no dia 49 de Discórdia de 3174 YOLD às 7:79:35

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Humanidade, humanidade. Que maravilha!

Seres sábios, ou seres sapiens, pertencentes a uma subfamília privilegiada de mamíferos chamada Hominoidea. Esse é o ser humano. Essa espécie limitada fisicamente e capaz de pensar, e o mais interessante, capaz de se comunicar através de uma linguagem. Talvez, pela limitação física, o homem deve ter começado a pensar, para que sobrevivesse nessa selva chamada Terra.


Creative Commons License photo credit: ?nder

Foi o homem, esse mesmo, que passou a controlar o fogo, a observar a natureza de uma maneira diferente. Percebera que com uma pedra lascada, mesmo com sua limitação física, era possível combater o inimigo, ou outro animal. É a essência deste planeta terreno, o mais adaptado sobrevive. Esse mecanismo de competição já é antigo, desde os primórdios. E isso ficou na nossa cabeça. O homem, por exemplo, enxerga o “way of life” dos nossos conterrâneos terrestres dinossauros da mesma maneira que a nossa. Animais competindo entre si, disputando espaço e buscando o seu harém.

Seres competitivos, desde os primórdios, são os habitantes deste planeta. Afinal, a Terra é o palco da vida. Portanto, para que se viva nesta selva, você tem que ser o melhor. Senão não sobrevive. Nessa última opção, ou passa fome, ou é comido por um predador, ou até mesmo fica tão frustrado com a vida, triste, desanimado, e opta pela morte. Vida cruel a vida terrena. Mal aventurados são estes animais terrenos.

Resumindo, a própria estrutura do nosso planeta já favorece a sua autodestruição, a não ser que nenhum ser vivo opte pela vida. É algo meio que impossível. Talvez, se todos os animais se reunissem, como o gavião, o pato, o jacaré, o leão, a girafa, o homem, o chipanzé, a bactéria, dentre outros, e chegassem a uma conclusão de que a vida não tem sentido nessa selva, talvez seria mais real do que imaginária a sobrevivência do planeta.

Oras, a discussão atual de parte da subfamília Hominoidea é essa. Como preservar o planeta? Pena que os jacarés, os búfalos e muitos elefantes estão desinteressados sobre esse assunto, como quase todos os Hominoidea. Nessa derrocada, acredite, fazendo um prognóstico bem alegre, festivo, o caminho é o fim do planeta. E esse momento já está bem próximo. Quem sabe o início de um novo ciclo?

Como se diz, somos limitados, nosso cérebro é limitado. Repetindo o exemplo, o caso dos dinossauros. O homem sempre imagina uma outra sociedade, ou até outra manifestação biológica, parecida com a nossa. Um extraterrestre, por exemplo, tem que ser um humanóide com uma manifestação linguística parecida com a nossa. E mais, pra piorar, tem que falar inglês, como nos filmes hollywoodianos. Além disso, o extraterrestre tem que ser bípede. Cabeça avantajada, pois se imagina que, para que ele tenha chegado neste planeta competitivo, teria que ter no mínimo inteligência. E para ser “inteligente”, teria que ter um cérebro, ainda sim na região superior do resto do corpo.

Estou propondo aqui neste texto uma nova humanidade, não humanóide, já que nosso fim é certo e um novo ciclo terreno estará por vir. Afinal, quase ninguém se importa mesmo com o planeta, não é verdade? A competição sempre foi presente entre os animais. Com o fictício progresso humano e sua evolução, essa competição tem o mesmo caráter primordial, porém é manifestado atualmente através de outros fins. Mas no fim das contas acaba na mesma coisa. Busca pela sobrevivência, pelo poder. É a animalidade, é a opção por viver na selva. Ninguém está nem aí pra ninguém, cada um por si e Deus contra todos. E nem adianta rezar!

E o pior, alguns Hominoidea até já reconhecem que o planeta está com seus dias contados. Mas não adianta nada, somos quase 7 bilhões de bichos pretenciosos tentando sobreviver. Não adianta cada um fazer sua parte. Somos muitos. Não é isso que a maioria pensa?

Pois bem. Se nossos dias estão contados, proponho, de antemão, uma nova humanidade!


Creative Commons License photo credit: gutter

Publicado originalmente em Nada Pensitivo!

Grande abraço a todos.

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Categoria: Permaneça Branca, Kilimanjaro



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