Conversa de Buteco Mesmo!
Nonada, foi escrito por Santaum no dia 22 de Caos de 3174 YOLD às 7:22:51

photo credit: Rev. Beraldo
Sabe aquele dia que o cara fica puto com alguma coisa? Ou sofisticando mais a pergunta: sabe aquele dia quando uma pessoa se frustra com alguma determinada situação que por ventura possa ocorrer em algum momento na sua vida?
Pois bem.
Na vida, como todo mundo e quase toda criancinha já sabe (minha priminha de 5 anos chegou pra mim nesses dias dizendo que ela não estava bem. Perguntei se ela tava machucada. Ela respondeu que era a cabeça dela que não tava muito boa), temos os nossos dias bons e ruins. De fato, isso pode ser considerado uma verdade. Ninguém vive, em sã consciência, uma vida toda completamente feliz. Evidentemente que em algum momento da vida ela vai dar uma “baqueada”.
Existem várias maneiras de fugir de situações como essa. Eis algumas:
- Ir para a academia e descarregar todo o seu ódio nos aparelhos de musculação;
- Praticar outro esporte qualquer (estou desconsiderando sexo, neste caso, como atividade física, como também a prática descrita acima);
- Fazer sexo com alguém;
- Mijar no poste ou em alguma árvore na rua (já ouvi casos desse tipo);
- Recorrer ao álcool ou outros tipos de drogas;
- Ir pra balada pra tentar beijar alguma mulher;
- Não fazer nada. Reagir com naturalidade, aceitando essa natural realidade. Sempre buscando o equilíbrio psíquico, evitando se estressar com bobagens através de uma maneira zen;
- Nenhuma das alternativas acima (n.d.a., letra E das questões objetivas de matemática no segundo grau), como por exemplo blogar. Por que não? Blogar pode ser uma terapia. Escrever pode ser uma terapia. Não existem casos completamente introspectivos e introvertidos no mundo real que extravasam suas emoções no mundo virtual através de breves depoimentos chamados posts e comentários? Huummmmm…
Mas não quer dizer que isso não seja normal. É normal até demais. É interessante a singularidade e unidade de cada um. Já pensou se reagíssemos da mesma maneira nas inúmeras situações de frustração?
Ou o mundo iria acabar ou seria eternamente belo.
Como disse a personagem discordiana Midori: “A vida é uma lata de biscoitos”.
Grande abraço a todos.
Categoria: Empreitadas Bucaneiras, O Burro e o Figo, Presque Pensitivo
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Hã? Nonada, comentado por Rev. Peterson Cekemp
Feito no dia 26 de Caos de 3174 YOLD às 7:50:36
Oops… Mesmo não reagindo igual, as pessoas conhecem bem um exemplo de tal comércio… Oh, ele foi até citado no post.
Hã? Nonada, comentado por Santaum
Feito no dia 26 de Caos de 3174 YOLD às 8:31:03
Hã? Nonada, comentado por Gustavo
Feito no dia 27 de Caos de 3174 YOLD às 1:52:85
Assim que o avião decolou percebi (devido à agitação do elemento), a origem de tal brisa.
Aos gritos de “esta parte a melhor!” “e” Huurruuu(s)!! típicos de um bêbado em seu vôo de estréia, partimos.
“Nossa, que terra mais linda!!”, “eu amei a terra de vocês!!”, cutucando a pobre senhora que sentava à janela.
Até então, estava eu ainda me aclimatando…, não mais rapidamente que a ira ia crescendo.
Logo estaremos iniciando os serviços de bordo (anunciou o sóbrio comandante… assim espero).
Lá com meus botões pensei: a cerveja.
Tal como um raio o supracitado elemento saltou de sua “confortável” acomodação e partiu em direção à copa do avião e voltou com a primeira de uma série de quatro latas de SOL que ele engoliu com uma velocidade que nem com água eu conseguiria imitar.
Lá pelos 40 min. de vôo ao som de mais alguns comentários típicos, a pobre senhora à janela pede encarecidamente para mudar de lugar.
E a ira? e o sono?,….crescendo…
“- putz tava loco pra dormir”, lá com meus botões…
Pensei em mandar o cara calar a boca algumas vezes, mas me contive, concentrando-me em desligar o áudio e contente com a idéia de que logo estaria em casa (faltavam 25″).
Logo o avião iniciava sua lenta descida ao anúncio de nosso sóbrio piloto (assim espero): “-… ao aeroporto de Viracopos, passageiros com destino à Brasília favor permanecerem à bordo da aeronave”, imediatamente uma aeromoça com uma simpatia descomunal e totalmente desinteressada (após algumas cantadas do tal bebum), aproxima-se e pergunta delicadamente o destino do rapaz (provavelmente calculando o estoque de ceva) eis que a resposta não era Brasília e sim Macapá!!!, ….”pobre tripulação”,…. lá com meus botões, rindo de cantinho.
AH! e a ira né? poisé,… pobres passageiros.
Hã? Nonada, comentado por Santaum
Feito no dia 27 de Caos de 3174 YOLD às 3:48:08



