Não posso esconder que estou muito orgulhoso. É muito bom escrever. Escrever é bom demais. Participar da blogosfera realmente é algo sensacional. Diferente. Muito bom. Por enquanto, estou satisfeito.
É certo também que existe momentos em que ficamos mais empolgados, como em início de qualquer coisa. Ficamos bastante inspirados para escrever. Infelizmente isso não acontece o tempo todo. Temos que suar pelo pão nosso de cada dia. Temos que sobreviver. Portanto, não posso sobreviver somente com meus dois blogs (Nada Pensitivo! e Blog do Santaum), pois estes não são rentáveis, hehehehe. Mas meu estudo me permite sobreviver com dignidade. Dessa maneira, tenho que priorizar meus estudos. Tenho o mestrado a defender em alguns meses. Blog é somente lazer, entretenimento.
Finalmente, não posso esquecer de comentar que migrei (28/10/2007) do famigerado Blogger para o Wordpress. Acho que será uma decisão acertada. Me identifiquei muito com o Wordpress. Para mim é mais completo.
Obrigado a todos os que visitaram o blog. Obrigado também a todos os que comentaram. Estes são sempre preciosos e bem-vindos.
Grande abraço e meu sincero agradecimento ao caríssimo leitor.
Nonada, foi escrito por Santaum no dia 12 de Pós-matemática de 3173 YOLD às 0:64:13
O mundo internético está em nossa volta.
É o mundo virtual. O mundo da internet. O mundo dependente de um sistema de processamento de informações dito como virtual. Essa dependência fisiológica com o mundo virtual é algo comum na nossa humanidade. Seria, portanto, a nossa “segunda vida”.
Estamos na era digital. Existe um sistema chamado internet. O que ela nos oferece?
Nos oferece informações relevantes, consistentes, não consistentes, mentiras, falsidades, chats, negócios, compras e vendas de mercadorias, relacionamentos, amizades a todo instante.
Amizades e relacionamentos?
Suponhamos que arrume uma amiga, ou até mesmo uma namorada virtual. Estou partindo do pressuposto que você, meu caríssimo leitor, seja homem. Mas não tem problema, poderá fazer a mesma analogia e reflexão se for uma mulher. Imagine, portanto uma situação drástica como essa.
Você se torna amigo dessa pessoa. Começa a trocar intimidades, a contar sua vida pra ela. Vice-versa. Palavras provocantes. Talvez um relacionamento super íntimo, porém virtual.
A sua vida basicamente fica naquilo ali. Revelando algumas intimidades que por ventura não teria coragem de falar pra outra pessoa ao vivo. Nem para seus pais. Tudo é revelado, suas alegrias, intenções, projetos de vida, paixões, desejos, amores, doenças.
Doenças. Sua amiga virtual é doente. Quem sabe você também seja por participar da “segunda vida” intensamente. Sua amiga te conta suas doenças. Ela tem câncer. Tem vinte e poucos anos. Terminou o namoro havia mais de um ano. É depressiva. Loira. Alta, atleta, corre 12 Km por dia. Anda com segurança. Seus pais quase não falam com ela. Essa sua amiga virtual é filha de milionários, tem 3 computadores, mora numa mansão na capital financeira do país. Tem seis cachorros. É jovem, recém-formada em dois cursos. Tem 3 utilitários, todos dela.
Imaginemos que um dia você recebe o e-mail da sua amiga dizendo que ela faleceu. Isso mesmo, morta. A irmã dela te manda um e-mail pedindo para que você exclua o MSN dela.
Qual a sensação sua? Sente a morte dela como se fosse uma pessoa que fez intensamente parte da sua vida? Dia de luto? Ou será que a morte dela é mentira? Mentira? Tudo mentira? Ela não morreu ou não? E se morreu, foi de câncer, como ela mesmo disse? Ou se suicidou por ser depressiva? E será que ela é, ou foi, rica mesmo? Loira?
Essa é a prova de que o mundo virtual é mesmo virtual.
Nonada, foi escrito por Santaum no dia 9 de Pós-matemática de 3173 YOLD às 4:86:81
O mercado mundial é uma bomba ligada prestes a explodir. Entretanto, ao me referir a “prestes” não estou querendo expor que irá explodir a qualquer momento.
Existe um tempo cronológico determinado e regressivo que permitirá à nossa espécie uma reflexão um pouco mais profunda dessa realidade. Esse tempo longo, cronológico, ainda permitirá à humanidade, espero, uma reflexão coerente de que esse tipo de mercado não é consistente e tampouco sustentável.
E agora José?
Suponhamos que faça parte de uma super corporação, que fatura anualmente centenas de bilhões de dólares. E que seja um grande vendedor dessa corporação. A saúde da corporação e o estímulo dos acionistas é basicamente o aumento do faturamento, rentabilidade e lucro da empresa. O investimento do acionista não é compensado se esse grande conglomerado não consegue, durante aquele ano, um contingente expressivo de novos clientes. O que acontece então? O vendedor tem sempre que buscar novos mercados. Ele será respeitado e valorizado se descobrir novos mercados para os respectivos produtos inovadores da empresa.
Para isso, portanto, é necessário estimular o consumo de algumas pessoas que nunca experimentaram aqueles produtos, como também adaptar o produto ao tipo de consumidor. É necessário coexistir entre essas duas situações uma relação mútua, festiva, para que essa relação fornecedor-consumidor funcione.
É o grande desafio das empresas, e o grande contra-desafio da humanidade. Por que isso?
O vendedor sempre irá querer vender mais. E mais. E mais. Sempre buscará novos mercados, novas pessoas, empresas, e numa linguagem mais apropriada, clientes novos. Seria o sonho dos vendedores se todos os clientes consumissem que nem a quase total maioria dos estadunidenses, ou se as classes C, D e E tivessem o mesmo poder de consumo que as classes A e B. O mesmo raciocínio pode ser estendido para as empresas, apesar destas serem um reflexo do consumo individual das pessoas.
Esse fenômeno da bomba-relógio pode ser comparado com uma bola de neve. Imaginemos um cenário futuro de consumo. Chegará a tal ponto o seu crescimento que atingirá um nível constante. Não haverá novos consumidores, porque não é infinita a quantidade de seres humanos. O que fazer agora vendedor? Vender mercadorias para alienígenas, para os outros animais? Para uma suposta espécie subterrânea? Tentar descobrir uma nova Atlântida? E agora José? O que fará?
Neste momento, ou até antes, o cronômetro da bomba chegará ao tempo ZERO.
P.S.: Evidentemente que estou propondo esta hipótese desconsiderando o momento ZERO da bomba antes de atingir o número total de habitantes, uma vez que essa metodologia comercial atual é absolutamente não sustentável. E o vendedor não é culpado, nem as grandes corporações. O grande culpado disso é o próprio homem.
Primeiramente, gostaria de citar uma banda de peso da nossa querida cidade norte-mineira, a banda Tetrex. É uma banda de Thrash Metal. Segundo o sítio deles, o nome Tetrex se refere a um antibiótico. Esse remédio é indicado no tratamento de diversas infecções causadas por microorganismos sensíveis à tetraciclina, ou seja, microorganismos que sofrem ação das tetraciclinas, como informa o sítio da Anvisa. Na visão dos integrantes da banda, este nome foi sugerido com o intuito de combater as “bactérias” do mundo.
As letras da banda Tetrex são cantadas em português, ao contrário da maioria das bandas desse subgênero do metal. É algo interessante na banda. Além disso, a banda Tetrex faz projetos sociais voluntários em parceria com a Associação de Capoeira Berimbau de Ouro. É um projeto extremamente interessante, como mostra o sítio da banda.
Para escutar duas faixas da banda Tetrex, basta clicar no sítio da Bandas de Garagem, da UOL. Lá estão disponíveis duas faixas: Fúria Despertada (Sinfonia Profunda) e Inimigos. Eu particularmente achei sensacional a primeira faixa, com riffs macabros, pesados, funilantes, bateria agressiva, vocal muito interessante. Realmente a banda Tetrex está de parabéns pelo som de alto nível e pela grande iniciativa de trabalhar voluntariamente com bons projetos sociais. Excelente!
Ontem eu assisti o clipe da banda Vomer no youtube. Sensacional! Sonoridade excelente. Pesado, riffs martelantes. Bateria agressiva. O clipe é muito interessante. Thrash Metal de alto nível. Admirei bastante o trabalho do pessoal. Já conhecia o som da banda nas garagens do centro da nossa querida cidade. Mas isso já tem um tempinho, vários anos atrás.
Segue o clipe do pessoal do Vomer - Lord of Hell.
httpv://www.youtube.com/v/pqD-VU7vYj0
A banda Vomer irá lançar a sua demo no próximo dia 14 de novembro, às 20h, no Ginásio Darcy Ribeiro, como mostra no blog da banda.
Para acessar o blog oficial da banda Vomer, basta dar um clique aqui. Eles também têm um MySpace, com algumas músicas disponíveis para escutar (Puppets e Lord of Hell). Escutem o som da banda Vomer no sítio da UOL, em Bandas de Garagem.
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Finalmente, gostaria de indicar o Blog Coletivo Retomada, que organizará o espetacular Grito Rock 2008 na cidade de Montes Claros/MG. Esse evento ocorrerá em várias cidades do nosso Brasil, e intenciona estimular o cenário musical independente brasileiro.
Nonada, foi escrito por Santaum no dia 5 de Pós-matemática de 3173 YOLD às 5:28:47
Foi interessante a reflexão de um colega falando de futebol, num bar. O seu argumento foi absolutamente interessante, dizendo que um jogo tem pouco mais de 90 minutos. É muito longo, e o gol, que “mal mal” acontece durante uma partida, aparece numa fração de segundos. O momento máximo do futebol, o chamado “gol”, é uma raridade, e é apreciada pelos torcedores que ali estão no estádio numa temporalidade ínfima se comparada com o tempo total de jogo. Realmente, quando se estabelece uma divisão entre o tempo de um chute (ou uma cabeceada) que ocasiona um gol pelo tempo total da partida, esta razão se tornaria muito pequena.
Por isso, nessa interpretação, o futebol é chato, sem graça. Como numa partida de 90 minutos ocorrem apenas 3 gols? Ou 1 gol apenas? Talvez seja uma sensação frustrante para vários não adoradores de futebol.
Mas o futebol não é só gol.
Futebol são os vendedores gritando no estádio “sorvete”, “olha a água”, o “tiozão” do seu lado xingando o técnico, a torcida vaiando o adversário quando estes tocam a bola. Futebol são os bastidores, os jornalistas provocando os jogadores e técnicos, alguns até mesmo inventando “cochichos” de alguns mais famosos. É como nas novelas, o pessoal se junta pra falar da vida dos senhores do espetáculo que, no caso do futebol, são os jogadores, técnicos e afins.
Futebol não é só gol.
Futebol são os resultados anteriores daquela partida. O momento do jogo simplesmente não é transcorrido pelo instante presente, e é principalmente devido aos jogos anteriores. Um jogo não é somente um jogo. Um jogo são vários jogos entrelaçados no campeonato. Um jogo da primeira fase do campeonato brasileiro é completamente diferente de um jogo da segunda fase. Mesmo que os dois times tenham o mesmo técnico, a mesma comissão técnica e os mesmos jogadores, a partida será completamente diferente. O time adversário, na primeira fase, pode ter ganhado as 5 partidas anteriores, e na segunda fase, ter empatado 2 jogos e perdido três. É evidente que o estado psicológico, no aspecto “confiança”, dos jogadores é completamente diferente nas duas ocasiões.
Futebol é absolutamente psicológico. Como é comum a arrancada de um time que tava mal no campeonato depois de ter vencido um clássico! E nos momentos que antecedem a partida? O jogador dormiu bem? Está ele muito ansioso? O mau sono atrapalha o rendimento de qualquer ser humano. Afinal, o ser humano é limitado fisicamente. Não fosse por isso, não necessitaria repor as suas energias nesse momento mágico chamado “sono”. Aí entra o papel dos jogadores mais experientes, que já estão acostumados com as grandes decisões. Posso me arriscar dizendo aqui que o fator psicológico é tão importante quanto o fator técnico no futebol. Talvez até mais.
Futebol não é só gol.
Futebol é o torcedor. Invariavelmente o time da casa cresce de produção quando a torcida grita e apóia o seu time. O torcedor sai rouco do estádio, lotado, satisfeito com a vitória do seu clube. Nestes mais de 115 minutos, ele gritou o hino do clube, o grito da torcida organizada, o grito oficial dos torcedores. Estádio lotado, torcida eufórica para ver o seu clube ganhar. Torcedores fanáticos uniformizados gritando e perdendo as suas vozes para apoiar os seus jogadores. Tudo pela busca do troféu, da vitória, da conquista do campeonato.
Futebol é trabalho. É planejamento. Como também futebol não é trabalho e não é planejamento. Futebol é amador, é profissional. Futebol é televisão, é lazer. É espetáculo.
Futebol não é só gol.
No futebol, nem sempre o favorito ganha. Numa final, dependendo do momento em que o time favorito leva o gol, não consegue se recuperar na partida. Existem momentos estratégicos no decorrer do espetáculo. Uma expulsão de um jogador, um gol absurdamente perdido. Um pênalti mal batido. A frieza do centroavante. Uma falta perto da grande área. Um impedimento mal marcado. Todos esses detalhes enriquecem a partida e a discussão dos especialistas e apreciadores do futebol, seja num bar ou na casa do sogro.
Futebol é lembrança, é história, é passado. É o torcedor se arrepiando quando vê um gol antológico, ou uma jogada inesquecível. Quando vê na televisão uma entrevista de um jogador que o torcedor fazia questão de pagar o ingresso para assisti-lo.
Futebol é paixão. É o momento, além das tragédias nacionais, que a população se une e intensifica o seu patriotismo. Todos acenam a bandeira nos seus carros, choram no momento do hino, gritam “Brasil” na janela, e garantem a audiência em uma emissora aberta. A propaganda comemora, o espetáculo é garantido. Os torcedores no estádio se sentem privilegiados por participarem diretamente do espetáculo e os jogadores comemoram o estádio lotado.
Viva o futebol.
P.S.: Eu fui assistir o jogo São Paulo 1×0 Cruzeiro no Morumbi, dia 21 de outubro. Quase 61.000 torcedores. Foi a primeira vez que fui naquele estádio. Às vezes me pergunto porque não fui lá antes. Foi inesquecível.
Nonada, foi escrito por Santaum no dia 70 de Burocracia de 3173 YOLD às 7:75:69
Presidente sofre.
Fico imaginando a vida de um presidente. Seja de uma empresa privada, seja de uma nação. A vida de um líder. O fato de ser líder. É muita responsabilidade.
Para o presidente de uma nação, seria a responsabilidade de prestar serviço para a população (honestidade acima de tudo). Para o presidente de uma empresa privada, a responsabilidade de dar lucro ao seu acionista, além de garantir aos funcionários um ambiente de trabalho seguro, saudável e sustentável. Em uma instituição, ou federação, caso estas sejam democracias, o trabalho ainda é mais árduo.
Muitas vezes a imprensa pega pesado com o presidente. Outras vezes não. A tomada de decisão dele não agradou a todos. Talvez uma minoria. Outras vezes uma maioria. Por exemplo, suponhamos que o presidente de uma empresa decida demitir 40% dos seus funcionários. Com certeza muitos reclamarão da decisão, e outros agradecerão (pois aumentará a rentabilidade da empresa, não necessariamente nessa ordem). Isso sempre acontece. Se observa também sindicatos insatisfeitos com a nova jornada de trabalho decidida pelo presidente, a fim de aumentar o lucro da empresa. Sem esquecer dos baixos salários da maioria dos funcionários. Sobre a presidência de uma nação, também existem muitas críticas, como também muitos elogios. Afinal, o povão adora falar do presidente daquele país, seja bem ou mal, com L. Podemos estender a outros líderes, além do presidente, como governadores.
Toda tomada de decisão tem suas conseqüências. Alguns gostam, outros desaprovam. Muitos presidentes prometem e não cumprem. Outros cumprem e não prometem. Outros adotam uma medida agressiva de demissão em massa. Outros são absolutamente humanos, e até defendem o meio ambiente! Outros sequer alegam algum esforço para sanar esse problema global. Muitos são simpáticos, outros não.
Nesta semana, por exemplo, o presidente estadunidense declarou, segundo o sítio do Yahoo!, que “está interessado em uma boa política. Kyoto, segundo ele, era má política”. Pois bem, se era, não deve ser mais. Há alguns anos atrás, Bush (os Estados Unidos são responsáveis por 36% das emissões mundiais) recusou-se a assinar o Tratado de Kyoto porque achava que o aquecimento global não era uma questão urgente e que os custos econômicos para revertê-lo seriam excessivos. Muitas pessoas não gostaram da decisão dele. Outras pessoas gostaram.
Tomada de decisão é muito difícil. Ainda mais quando o lucro se sobrepõe. Aliás, sempre o lucro se sobrepõe. Sempre na orelha do presidente tem um falando em ganhar mais. Podem ser os minoritários acionistas e até mesmo os habitantes daquele país. Afinal, todos querem que o PIB de seu país cresça mais de dois dígitos durante um ano, não é verdade? Que se dane o meio ambiente, ou a qualidade de vida dos trabalhadores, o mais importante é ficar mais rico. Riqueza é prosperidade. Mas acredito eu que alguns desejariam um crescimento de 0%. Todo mundo reclama um mísero crescimento do PIB de 3% ao ano. E em uma empresa então? Se um presidente decidir não aumentar em um ano o seu faturamento 5 ou 10%, tornaria impossível manter a empresa viva. Ou outra maior a compraria ou, na pior das hipóteses, a companhia iria fechar. Novamente a tomada de decisão do presidente, decidindo fechá-la. Sempre a palavra do grandioso por trás de qualquer decisão.
Às vezes me pergunto se realmente um presidente realmente desejaria ser presidente. E em uma empresa privada? Tudo bem, ele não ganha salário mínimo. Somente um bônus de no mínimo US$ 1.000.000,00 por ano. A tomada de decisão dele é sempre de “altíssima responsabilidade”, como abrir ou fechar fábricas, demitir ou empregar pessoas. Geralmente trabalha de 12 a 15 horas por dia e não tem tempo pra família. O nível de stress é elevado, seus filhos crescem e nem percebem que têm um pai. Nem mesmo nas férias, porque ele tem um blackberry, e toda hora seus subordinados se comunicam com ele.
Será que, se um simples gerente recebesse o mesmo salário do presidente, todos queriam exercer este cargo? Será que as pessoas desejam chegar nesse cargo simplesmente por vontade pessoal, status social e melhorar o Curriculum?
Cada escolha é uma sentença e uma alegria pessoal. É o nosso inferno e a nossa redenção.
Boa sorte aos presidentes e grande abraço a todos.
A força-motriz desta Cabala não se trata somente da espada de Lyon e dos suquinhos gummy. Muito menos do olhar acolhedor de Ciclope, da sabedoria de Aríate ou da enorme agilidade de Corujito. Ela, além de todas as demais, é principalmente atribuída pelo majestoso WordPress 2.3.3.
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