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Nada a Declarar

Nonada, foi escrito por Santaum no dia 1 de Confusão de 3174 YOLD às 8:61:68

Poperó
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Rádio Muda Santaumniana, parte I (00:23s)

Grande abraço a todos.

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Categoria: Beyond Badgá, Poperó

O 23 me Persegue ou É Algum Aviso?

Nonada, foi escrito por Santaum no dia 43 de Discórdia de 3174 YOLD às 9:74:41

Discordianismo
Creative Commons License photo credit: Rev. Beraldo

Tentaremos, aqui, seguir uma linha de raciocínio para tentar esclarecer a subjetividade objetiva dos últimos acontecimentos que cerceiam a vida nonadista santaumniana.


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Primeiro. A definição de nonadismo. Na verdade, o nonadismo surgiu nonada e somente isso. Ao contrário de algumas concepções de que nonada tenha somente um significado niilista, o nonadismo surge a partir dessa terminologia e é uma filosofia totalmente profunda baseada no instantâneo, no de repente, no casual ao invés de simplemente ser nada. Se trata de um evento, portanto, que aparece do nada sem nenhuma programação ou planejamento.

Segundo. A definição do número 23. Este é um número sagrado discordiano. E que 2+3 são 5, outro número sagrado discordiano. Lembrando, também, que “todas as coisas acontecem em 5, ou são divisiíveis ou multiplicáveis por 5, ou estão de certa forma direta ou indiretamente ligadas a 5″, segundo o Principia Discordia, 00016.

Terceiro. Não entratei em detalhes sobre o surgimento da matemática e dos números arábicos, até porque eu não sou especialista no assunto. O que gostaria que fosse ressaltado aqui é que simplesmente a matemática se originou de algum lugar, como também a sequência dos algarismos arábicos. Alguém, no passado, definiu essa sequência e essa foi uma premissa para que o número 23, que é um número arábico, fosse definido posteriormente como um número sagrado discordiano. Algúem escolheu que a ordem seria 0, 1, 2, 3 ….. etc e que 23 seria, evidentemente, o vigésimo-terceiro número dessa fantástica sequência. Ou seja, pode parecer uma viagem da minha parte, mas o 23 é o 23….. (5 pontos) Talvez, se a matemática e os números arábicos nunca surgissem, como seria a contagem? Se, nonada, surgisse outra matemática (ou outra coisa parecida) com outra estrutura sequencial e outros elementos que não fossem números? O número 23 iria para o saco, nessa ótica.

Quarto. A sincronicidade, o nonadismo e a estranheza que os eventos apareceram recentemente. Eis a questão fundamental a ser elucidada: Isso é somente por que me tornei um discordiano ou isso é mais antigo do que se imagina? Ou seja, essas estranhas coincidências são simplesmente casuais e nonadistas e aconteceram comigo sem eu perceber no meu passado? E o discordianismo (En español, para o Riovaldo ler) foi capaz de me direcionar (ou não) tudo isso?

Quinto. Em 38 de discórdia, quando volto de Uberlândia-MG a Campinas-SP, passo em Ribeirão Preto-SP e o termômetro marca 23 graus. No Graal de Pirassununga-SP, o número do meu ticket foi 230. Chego em Campinas-SP e o cobrador me diz que o último horário da linha é justamente às 23:23h durante a semana. No dia seguinte, quando fui ao banco, senha do banco para atendimento foi 523.

Nota integral definida de 0 a 1 de 2hdh: só gosto de viajar de ônibus na janela. A única poltrona que tinha disponível era qual?

O meu questionamento é: por que raios o termômetro não marcou 20 graus? Ou qualquer outra temperatura que não fosse 23? Por que, nonada, apareceu esse número? Por que, de tantos tickes, foi logo o 230? Por que a senha de atendimento foi justamente 523 e não 51, ou 69? Ou, sei lá, qualquer outro número?

Como a Carol disse, Éris pode estar mandando o seu recado.


Creative Commons License photo credit: sgiersig

Grande abraço a todos.

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Categoria: Beyond Badgá, Discordianismo

O Certo Para um Pode Ser o Errado Para Outro

Nonada, foi escrito por Santaum no dia 16 de Discórdia de 3174 YOLD às 5:00:35

Beyond Bagdá
Creative Commons License photo credit: Rev. Beraldo

O certo para mim pode ser errado para você. Ou o certo para você pode ser o errado para mim. Ou o certo para mim e talvez também para você pode ser o errado para o outro. Entretanto, existe algumas possibilidades de o certo para você ser o certo para mim, ou até mesmo o errado para mim ser o errado para você.

Darei um exemplo clássico: Discussões.

Você tem a sua fé da maneira que você acredita. Não obstante, o outro tem a fé dele da maneira que ele acredita ou não. Suponhamos que intuitivamente você diga para a outra pessoa que a sua opção é a certa para você e tenta convencer outra (estou incluindo todas as formas de crenças e também não-crenças) que aquilo é o certo e a verdade. Muitas vezes o seu argumento, mesmo sendo necessariamente convincente para você, não é suficiente para convencer uma outra pessoa sobre o seu certo, uma vez que ela insiste que o seu certo é diferente do certo que o primeiro configura. E mais: não necessariamente, ou até mesmo raramente ambos, ao mesmo tempo, acreditam em uma fé semelhante no sentido de acreditarem em tal crença da mesma maneira.

Quase sempre. A verdade é essa: quase sempre. Muitas vezes você até pode provar cientificamente que uma determinada coisa não existe ou é errada mas, mesmo assim, o que você falou é errado para o outro. Se, antes de mais nada, para o outro é o errado, esse seria o certo para o outro e o errado dele contigo. O que não quer dizer que você necessariamente tem que descrer no seu certo muito menos no errado dele para você (que é na verdade o certo dele).

As discussões, dependendo da temática, podem ser mais complexas do que se imaginam. Até porque o homem, invariavelmente, tende a manter o seu certo até o último momento e raramente reconhece que o certo para ele pode ser um mero errado. Ou o contrário: que o errado para ele com relação ao outro seja um certo para ele e que a argumentação dele possa ser certa perante ao certo do outro que para ele é o errado. O que não quer dizer que para uma terceira pessoa ambos estejam corretos. Ou ambos até mesmo estejam errados.


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Grande abraço a todos.

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Categoria: Beyond Badgá, Discordianismo

Revelando os Mistérios Sagrados Dessa Cabala

Nonada, foi escrito por Santaum no dia 3 de Discórdia de 3174 YOLD às 5:00:06

O Burro e o Figo
Creative Commons License photo credit: Rev. Beraldo

Na verdade não são mistérios sagrados ##$@*&#!! nenhuma. Mas isso é irrelevante.


Creative Commons License photo credit: kafeole

Existem alguns posts pseudo-misteriosos nessa cabala (ex.: 2,718281828, 3,141592, 2,3542, 32 e 5), com falsos segredos guardados, pelo menos por enquanto, em 5 chaves. Alguns posts possuem passagens ocultas que correspondem a algumas situações que, pelo menos diretamente no post, ainda não foram reveladas. Mesmo diretamente não irei revelar, até porque perde a graça. Confesso, entretanto, que não sou muito bom em guardar segredos mas, pelo menos parcialmente, irei revelar algo sem certeza absoluta.

Apesar de que tudo isso diz respeito a uma plena e pura bobagem, se trata de uma breve diversão pessoal. Afinal, quem aqui nunca montou um quebra-cabeças ou organizou um campeonato de charadas com os amigos de infância em todo o bairro? Se trata, portanto, de uma simples brincadeira que eu faço comigo mesmo quando escrevo.


Creative Commons License photo credit: smitty42

Uma dica primordial que tenho que relevar aqui, sem necessidade de nenhum adendo sobrenatural, é que boa parte dos super mistérios são voltados para os números 5 e, quem sabe, o número 23. Alguns questionamentos sem solução nos posts ou passagens ocultas são revelados através desses dois números. Mas não se preocupe, esses detalhes não irão lhe fornecer o segredo da lei de atração muito menos o fato de você sempre querer coçar alguma parte do seu corpo quando está com as mãos ocupadas (dica: basta coçar essa parte do seu corpo com os pés). Para que sua preocupação fique menor ainda, esses detalhes não irão alterar as informações que lhe foram atribuídas quando leu o horóscopo ou mesmo vai diminuir o som do latido do cachorro do seu vizinho durante a madrugada.

Para finalizar, não posso deixar de revelar um mistério de um post na figura abaixo. Lembre-se dos números…

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Grande abraço a todos.

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Categoria: Beyond Badgá

Os Números Dizem Tudo, versão 5.23

Nonada, foi escrito por Santaum no dia 69 de Caos de 3174 YOLD às 8:91:20

Discordianismo
Creative Commons License photo credit: Rev. Beraldo

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Grande abraço a todos.

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Categoria: Beyond Badgá, Discordianismo

Psicodelias Mentais, parte II

Nonada, foi escrito por Santaum no dia 55 de Caos de 3174 YOLD às 6:33:53

Beyond Bagdá
Creative Commons License photo credit: Rev. Beraldo

A casa ficava a dois quarteirões do estádio do Morumbi. Isso no primeiro cenário. De repente, no segundo cenário, o apartamento ficava embaixo do estádio de futebol. O mais incrível era que eu conseguia enxergar o estádio minúsculo na janela, logo acima. Como o estádio é gigante, ele deveria estar mais ou menos na altura das nuvens.

Bom, cenário dito e feito.

Na primeira parte, eu e meu irmão mais novo estávamos correndo e, de repente, atravessando um sinaleiro, tava passando uma carroça com três moços. Tinha uma terceira pessoa correndo com a gente, mas não me recordo. Passamos ao lado da carroça e cumprimentei o carroceiro. A calçada tinha várias árvores e estávamos correndo justamente sobre ela.

O carroceiro achou meio estranho e era, por sinal, muito mal encarado, ao contrário dos carroceiros normais e simpáticos. Depois que o atravessei ele começou a apitar. Isso mesmo, apitar com um apito, com intervalos temporais perfeitos a cada “apitada”. Fiquei meio assustado com isso e dobrei a esquina. Entrei em um estacionamento. Meu irmão e a outra pessoa que não me lembro parou na calçada arborizada. O carroceiro estava armado. Não sei o que aconteceu. Afinal, eu era o narrador do sonho e não teria visto o que se passara pelo simples fato de ter entrado no estacionamento.

O moço entrou com a sua carroça no estacionamento apontando uma arma para mim. Me pediu 5 reais. Eu dei a ele. O carroceiro foi embora.

Meu pai havia chegado alguns dias depois desse evento e justamente nesse dia tava passando um jogo no estádio. Chamei ele para assistir, mas recusou. Achara que seria muito perigoso locomover e entrar no estádio.

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Na segunda parte, para entrar no apartamento, que ficava embaixo do estádio, era necessário subir uma escada de marinheiro de dois metros de altura. A entrada do apartamento era um buraco parecido com aquelas entradas de sótão.

A casa tinha mais banheiro do que quarto. Banheiros antigos, parecidos com banheiros públicos, entretanto dentro do apartamento. Havia mais ou menos dois vãos principais e os banheiros eram distribuídos ao longo deles.

Na primeira parte, minha família toda (incluindo meus avôs, todo mundo) foi me visitar nesse apartamento. Não lembro como eles entraram, mas lembro que eles estavam lá dentro.

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Uma coisa é certa. Tenho que seguir a dica do meu colega de república. Ele falou pra eu comer pouco antes de dormir, para que eu evite ter pesadelos.

Grande abraço a todos.

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