Autobiografia Nonadista, parte II
Nonada, foi escrito por Santaum no dia 22 de Confusão de 3174 YOLD às 8:91:37

photo credit: Rev. Beraldo
Não trabalho, não vou muito ao cinema, não nasci no litoral muito menos na ilha do bananal. Não como jiló nem abóbora. Não esquecendo que não como peixe e isso me ferra quando eu estou na casa dos outros durante a páscoa. Não como melancia e nem gordura de carne vermelha. Nunca joguei vôlei mas jogo peteca (não tão bom como o Lalá). Sempre joguei futebol, gosto de uma corrida, nado de vez em quando, caminho mais ou menos 5 quilômetros por dia. Vou para a faculdade à pé algumas vezes (5,1 quilômetros de distância), mas volto de ônibus impreterivelmente por causa da ladeira. Escovo os dentes com a mão esquerda, toco violão como destro apesar de ser canhoto mas não consigo mexer no mouse como um destro. Quando eu faço minhas corridas, tento me concentrar nas novas postagens para não ficar maluco com meus pensamentos loucos. Gosto de mulher e por isso tenho uma bela namorada. Meus bens materiais são meu computador, cama, escrivaninha, cola tenaz, tesoura, violão, mochila, colar de carnaval, colchão, head-phone, cadeira da escrivaninha, HP 48G+, livros de engenharia, cafeteira e um liquidificador. Sou pobre mesmo, mas burro eu não sou, pode ter certeza. O que quer dizer que tenho potencial enorme para me tornar o contrário, pois estou estudando ainda. Sempre fui desconfiado da minha capacidade, ao contrário de hoje. Gosto de comer goiaba, pão sírio, duas barras de cereal de castanha do pará da Quaker e semanalmente um pote de sorvete da Nestlé de flocos e bohemia Weiss durante o futebol na quarta-feira. Estudo inglês, francês, já estudei espanhol e arranho alguma coisa no português. Sou torcedor do SPFC e admirador dos clubes mineiros. Sou de Montes Claros-MG e me orgulho bastante de lá ter nascido, apesar da grande distância que estou dela. Minha banda preferida é o Opeth, apesar de escutar praticamente todos os tipos de música. De música eletrônica, gosto muito de Baphomet Engine e Catatonic Despair. Sou discordiano, gosto de montanhas, de dark psytrance, de brincar de músico mas sou engenheiro. Me interesso por metereologia e por destilação molecular, apesar de gostar de todas as unidades de separação. Quase todas. A engenharia química é bacana. E é bacana a engenharia básica. Não gosto muito desse lance de ser pão duro e fazer de tudo para economizar o máximo. De se achar esperto quando faz um bom negócio e falar pro outro que faturou tanto. De julgar a vida dos outros como: “Esse cara tá estagnado! Deveria fazer isso e isso!”. E quanto a ele mesmo? E sobre ele mesmo? Tem hora que as pessoas se preocupam tanto com os outros que esquecem deles mesmos. O lugar que mais desejo conhecer é Uluru e gostaria de passar a lua-de-mel em Bora-Bora (gostaria, o que necessariamente não quer dizer que isso vá acontecer, 5 hes). Meu filme predileto é Magnolia e minha música preferida eu não sei dizer, como também não sei dizer qual é o meu álbum predileto, apesar de ficar entre Ghost Reveries e Symbolic. Pretendo em breve atravessar a serra do espinhaço de bicicleta como os amigos do meu pai fizeram ou, quem sabe, atravessar a estrada real da mesma maneira, hã? Bom, amigos para a tarefa eu tenho, não é Gustavo? Comecei a ler bastante livros de quatro anos pra cá, pois só gostava de ler boa parte dos trechos de enciclopédia, mapas (se deixar eu fico lendo um mapa durante um tempo ilimitado) e livros técnicos de engenharia. Gosto de geografia e urbanismo. Com 10 anos fiz um mapa gigante, com 8 sabia 90% das capitais do mundo (tudo bem, a U.R.S.S. e a Iugoslávia ainda não haviam sido separadas) e sabia todos os movimentos do ioiô durante aquela promoção da coca-cola. Mas não cheguei a ganhar nenhum concurso. Meus pais são maravilhosos e meus irmãos espetaculares e vencedores. Meus três livros prediletos (ainda não li Tábula Rasa e nem EQM Ibrahim!) são O Povo Brasileiro, Para Além do Bem e do Mal e outro que me fugiu o nome. Gosto de numerologia e de matemática e recentemente comecei a gostar mais de química. Acho que só não gosto mais de química porque nunca tive um professor espetacular de química, como tive em engenharia química. Gosto de jogar xadrez e andar de canoa em Ilhéus-BA no badaró. De comer Tablito e jogar totó como antigamente. De nadar na piscina do AABB de Manga e ver um roxo enorme quando alguém peida. De andar na praia e esquecer de tudo. De viajar sentado na poltrona 23. De escrever e de tirar fotos desde que eu não faça parte dela. Não sei muito de pouco, mas tento saber um pouco de todas as coisas, na medida do possível. Tento buscar um norte, apesar de todas as direções serem bacanas dependendo do dia. O cérebro do ser humano é dinâmico, hã?
Nota integral definida de 0 a 1 de 2xdx: 90% dos meus bens materiais aparecem na foto.
Inspirado na primeira parte.
Grande abraço a todos.

photo credit: Rev. Beraldo
Não trabalho, não vou muito ao cinema, não nasci no litoral muito menos na ilha do bananal. Não como jiló nem abóbora. Não esquecendo que não como peixe e isso me ferra quando eu estou na casa dos outros durante a páscoa. Não como melancia e nem gordura de carne vermelha. Nunca joguei vôlei mas jogo peteca (não tão bom como o Lalá). Sempre joguei futebol, gosto de uma corrida, nado de vez em quando, caminho mais ou menos 5 quilômetros por dia. Vou para a faculdade à pé algumas vezes (5,1 quilômetros de distância), mas volto de ônibus impreterivelmente por causa da ladeira. Escovo os dentes com a mão esquerda, toco violão como destro apesar de ser canhoto mas não consigo mexer no mouse como um destro. Quando eu faço minhas corridas, tento me concentrar nas novas postagens para não ficar maluco com meus pensamentos loucos. Gosto de mulher e por isso tenho uma bela namorada. Meus bens materiais são meu computador, cama, escrivaninha, cola tenaz, tesoura, violão, mochila, colar de carnaval, colchão, head-phone, cadeira da escrivaninha, HP 48G+, livros de engenharia, cafeteira e um liquidificador. Sou pobre mesmo, mas burro eu não sou, pode ter certeza. O que quer dizer que tenho potencial enorme para me tornar o contrário, pois estou estudando ainda. Sempre fui desconfiado da minha capacidade, ao contrário de hoje. Gosto de comer goiaba, pão sírio, duas barras de cereal de castanha do pará da Quaker e semanalmente um pote de sorvete da Nestlé de flocos e bohemia Weiss durante o futebol na quarta-feira. Estudo inglês, francês, já estudei espanhol e arranho alguma coisa no português. Sou torcedor do SPFC e admirador dos clubes mineiros. Sou de Montes Claros-MG e me orgulho bastante de lá ter nascido, apesar da grande distância que estou dela. Minha banda preferida é o Opeth, apesar de escutar praticamente todos os tipos de música. De música eletrônica, gosto muito de Baphomet Engine e Catatonic Despair. Sou discordiano, gosto de montanhas, de dark psytrance, de brincar de músico mas sou engenheiro. Me interesso por metereologia e por destilação molecular, apesar de gostar de todas as unidades de separação. Quase todas. A engenharia química é bacana. E é bacana a engenharia básica. Não gosto muito desse lance de ser pão duro e fazer de tudo para economizar o máximo. De se achar esperto quando faz um bom negócio e falar pro outro que faturou tanto. De julgar a vida dos outros como: “Esse cara tá estagnado! Deveria fazer isso e isso!”. E quanto a ele mesmo? E sobre ele mesmo? Tem hora que as pessoas se preocupam tanto com os outros que esquecem deles mesmos. O lugar que mais desejo conhecer é Uluru e gostaria de passar a lua-de-mel em Bora-Bora (gostaria, o que necessariamente não quer dizer que isso vá acontecer, 5 hes). Meu filme predileto é Magnolia e minha música preferida eu não sei dizer, como também não sei dizer qual é o meu álbum predileto, apesar de ficar entre Ghost Reveries e Symbolic. Pretendo em breve atravessar a serra do espinhaço de bicicleta como os amigos do meu pai fizeram ou, quem sabe, atravessar a estrada real da mesma maneira, hã? Bom, amigos para a tarefa eu tenho, não é Gustavo? Comecei a ler bastante livros de quatro anos pra cá, pois só gostava de ler boa parte dos trechos de enciclopédia, mapas (se deixar eu fico lendo um mapa durante um tempo ilimitado) e livros técnicos de engenharia. Gosto de geografia e urbanismo. Com 10 anos fiz um mapa gigante, com 8 sabia 90% das capitais do mundo (tudo bem, a U.R.S.S. e a Iugoslávia ainda não haviam sido separadas) e sabia todos os movimentos do ioiô durante aquela promoção da coca-cola. Mas não cheguei a ganhar nenhum concurso. Meus pais são maravilhosos e meus irmãos espetaculares e vencedores. Meus três livros prediletos (ainda não li Tábula Rasa e nem EQM Ibrahim!) são O Povo Brasileiro, Para Além do Bem e do Mal e outro que me fugiu o nome. Gosto de numerologia e de matemática e recentemente comecei a gostar mais de química. Acho que só não gosto mais de química porque nunca tive um professor espetacular de química, como tive em engenharia química. Gosto de jogar xadrez e andar de canoa em Ilhéus-BA no badaró. De comer Tablito e jogar totó como antigamente. De nadar na piscina do AABB de Manga e ver um roxo enorme quando alguém peida. De andar na praia e esquecer de tudo. De viajar sentado na poltrona 23. De escrever e de tirar fotos desde que eu não faça parte dela. Não sei muito de pouco, mas tento saber um pouco de todas as coisas, na medida do possível. Tento buscar um norte, apesar de todas as direções serem bacanas dependendo do dia. O cérebro do ser humano é dinâmico, hã?
Nota integral definida de 0 a 1 de 2xdx: 90% dos meus bens materiais aparecem na foto.
Inspirado na primeira parte.
Grande abraço a todos.
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Categoria: Empreitadas Bucaneiras, O Burro e o Figo
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