» Empreitadas Bucaneiras
 Imagem aleatória... Atualize para ver mais!

Transições Transitórias

Nonada, foi escrito por Santaum no dia 40 de Caos de 3174 YOLD às 0:41:40

Empreitadas Bucaneiras
Creative Commons License photo credit: Rev. Beraldo

É sempre normal na vida de qualquer ser humano humanamente normal se deparar numa situação normal normalizada e até mesmo corriqueira.

Situações transitórias também são situações absolutamente normais e normalizadas. Contanto que essas normalizações sejam normais, sem exagero psicológico ou excesso não interrupto de alguma coisa que por ventura o faça.

Simples: toda mudança nos traz uma conseqüência, seja ela positiva ou não. É aquela história, se for positiva bem, se não for, amém. Ou para quem não gosta de amém, seja o que ele bem quiser prosperar mentalmente ou até mesmo verbalmente.

E não é de todo ruim. Essa mudança aqui é satisfatória, apesar dos gargalos temporários, como a indecisão de definir uma template fixa e personalizá-la. Como, depois, adaptar o calendário que criei neste blog?

Huuuuummmm…. Diogão, aí vem bastante trabalho pra ti meu caro. Vai ter que me ajudar.

Peço humildemente ao leitor paciência, para que a Cabala fuja desse momento de rara transição transitória o mais rápido possível.

Grande abraço a todos.

Faça já um comentário aqui!

Categoria: Beyond Badgá, Empreitadas Bucaneiras

Contra O Piloto Automático

Nonada, foi escrito por Santaum no dia 30 de Caos de 3174 YOLD às 0:05:39

O Burro e o Figo
Creative Commons License photo credit: Rev. Beraldo

A Reflexão

Ao ver a moça da biblioteca central automaticamente se levantar para fazer a reserva do livro, ela começou a refletir:

- Nossa! Foi piloto automático mesmo! Nem tinha percebido que você não tinha livro para reserva.

- É verdade, somente gostaria de te fazer uma pergunta.

A Preocupação

Isso me deixou um pouco preocupado. Um dia, no caminho entre o ponto de ônibus e o apartamento, nem lembrei que estava passando no caminho, de tão automático que foi. De fato, não prestei atenção em nada. Isso me deixou preocupado. Será que, de tantas vezes que eu passei por ali, este breve caminho se tornou uma postura automática e meramente um desprezo espacial por si só? Ou os pensamentos loucos estavam presentes na minha cabeça? Bom, essa última pergunta pode ter sido coerente.

Foi por isso, portanto, que 2-5-12 — 1-21-5-13-19-20-17-1-4-14-18 18-1-14 1-16-20-5-11-5-18 16-20-5 15-1-17-1-12 15-1-17-1 11-5-17 5-18-19-5 15-14-18-19 ficou daquela maneira, de modo a não automatizar os movimentos dos meus dedos sobre as letras. Embora o texto tenha sido uma bosta, pelo menos não fiz, naquele momento, uma digitação mecânica, automática, e sim uma digitação de puro raciocínio. I mean, forcei minha mente a trabalhar junto com o movimento dos meus dedos. E não o movimento dos meus dedos naquele papel “safado” de piloto automático. E a princípio não pareceu fácil, ao passo que somente em um instante posterior a técnica momentânea de memorização começou a proceder demasiado bem.

A Escova

Escovei os dentes com a mão direita. Talvez foi um dos grandes desafios da minha vida. Achei mais difícil do que jogar uma partida de xadrez. Mas foi interessante, pelo fato de ter sido um quebra-cabeça bastante dinâmico entre os movimentos automáticos da minha mão e os movimentos que meu pensamento exigia dele.

A Bermuda e a Camiseta

Mas não se preocupe. Eu não andarei de ré ou com as mãos apoiadas no chão com o pé para cima. Nem mesmo irei escrever todos os posts na forma de números, apesar de assumir que de vez em quando farei quando me sentir um sujeito demasiado automático. Nem mesmo andarei de lado ou tentarei imaginar o centróide do meu pensamento justamente em alguma posição que não seja atrás do meu olho, como por exemplo o dedo do meu pé. Muito menos sairei na rua com uma bermuda na cabeça e uma camiseta em cada perna.

Ôpa, meus estudos não estão me fazendo muito bem.

Grande abraço a todos.

Faça já um comentário aqui!

Categoria: Empreitadas Bucaneiras, O Burro e o Figo

O Cachorro Que Come Gelo

Nonada, foi escrito por Santaum no dia 24 de Caos de 3174 YOLD às 0:00:88

Empreitadas Bucaneiras
Creative Commons License photo credit: Rev. Beraldo

A gente sabe que vida de cachorro é boa demais. A gente sabe também que a vida de um cachorro é a vida que muita gente gostaria de ter.

Gostaria de falar um pouco sobre meu cachorro. O nome dele é Alf.

Não, não! Ele não se parece com aquele alienígena sem vergonha. Mas o nome dele é Alf e com certeza foi inspirado naquele programa. Agora não me recordo se eu era ou não fã daquele programa que raramente mostrava as pernas do alienígena.

É o segundo Alf da casa. Não foi o original. O primeiro Alf lá de casa já morreu. Era meio fanfarrão, pois gostava muito de fugir de casa. Quando abria o portão, ele sempre dava um jeito e fugia. Teve um dia que fugiu e não voltou mais. Bom, isso tem mais de 12 anos. Como ele tinha mais de 5 anos, presume-se que ele já tenha morrido. Uma análise parecida pode ser feita comigo no ano 2100.

Alf, o atual, tem características peculiares. Principalmente no gosto culinário. Ele é devoto de um bom alface. Gosta demais da conta! Gosta tanto que chega ficar levantado quando um alface é apontado para a sua boca.

Agora, o mais impressionante de tudo! Vejam o vídeo. Ele brinca de bolinha, larga a bolinha e…

httpv://www.youtube.com/watch?v=TSKvFoY6QTU

Isso. Ele come gelo. Largou a brincadeira da bolinha para brincar de gelo. Simplesmente sensacional. Parece que gelo é prioridade na vida dele.

Em um outro post conto a história de Alf e o tanque e, finalmente, uma segunda parte do vídeo de Alf e o gelo.

Grande abraço a todos.

Comentários (9)

Categoria: Beyond Badgá, Empreitadas Bucaneiras, O Burro e o Figo

Conversa de Buteco Mesmo!

Nonada, foi escrito por Santaum no dia 22 de Caos de 3174 YOLD às 7:22:51

Presque Pensitivo
Creative Commons License photo credit: Rev. Beraldo

Sabe aquele dia que o cara fica puto com alguma coisa? Ou sofisticando mais a pergunta: sabe aquele dia quando uma pessoa se frustra com alguma determinada situação que por ventura possa ocorrer em algum momento na sua vida?

Pois bem.

Na vida, como todo mundo e quase toda criancinha já sabe (minha priminha de 5 anos chegou pra mim nesses dias dizendo que ela não estava bem. Perguntei se ela tava machucada. Ela respondeu que era a cabeça dela que não tava muito boa), temos os nossos dias bons e ruins. De fato, isso pode ser considerado uma verdade. Ninguém vive, em sã consciência, uma vida toda completamente feliz. Evidentemente que em algum momento da vida ela vai dar uma “baqueada”.

Existem várias maneiras de fugir de situações como essa. Eis algumas:

  • Ir para a academia e descarregar todo o seu ódio nos aparelhos de musculação;
  • Praticar outro esporte qualquer (estou desconsiderando sexo, neste caso, como atividade física, como também a prática descrita acima);
  • Fazer sexo com alguém;
  • Mijar no poste ou em alguma árvore na rua (já ouvi casos desse tipo);
  • Recorrer ao álcool ou outros tipos de drogas;
  • Ir pra balada pra tentar beijar alguma mulher;
  • Não fazer nada. Reagir com naturalidade, aceitando essa natural realidade. Sempre buscando o equilíbrio psíquico, evitando se estressar com bobagens através de uma maneira zen;
  • Nenhuma das alternativas acima (n.d.a., letra E das questões objetivas de matemática no segundo grau), como por exemplo blogar. Por que não? Blogar pode ser uma terapia. Escrever pode ser uma terapia. Não existem casos completamente introspectivos e introvertidos no mundo real que extravasam suas emoções no mundo virtual através de breves depoimentos chamados posts e comentários? Huummmmm…

Mas não quer dizer que isso não seja normal. É normal até demais. É interessante a singularidade e unidade de cada um. Já pensou se reagíssemos da mesma maneira nas inúmeras situações de frustração?

Ou o mundo iria acabar ou seria eternamente belo.

Como disse a personagem discordiana Midori: “A vida é uma lata de biscoitos”.

Grande abraço a todos.

Comentários (4)

Categoria: Empreitadas Bucaneiras, O Burro e o Figo, Presque Pensitivo

2 Patos na Lagoa

Nonada, foi escrito por Santaum no dia 12 de Caos de 3174 YOLD às 4:93:69

Empreitadas Bucaneiras
Creative Commons License photo credit: Rev. Beraldo

Sensação estranha e absolutamente comum é ter medo em vários momentos no decorrer da nossa vida. Ter medo de alguma coisa. Medo. Medo de perder o prazer de respirar, medo do futuro, de algumas incertezas que por ventura entram na nossa vida de uma maneira repentina. Pode até ser um medo comum em muitas pessoas, mas é manifestado de uma forma estranha e nem tanto casual na minha vida.

É comum dormir à tarde e ter leves sensações desesperadoras. Tais angústias pré-sono sempre aconteciam nesses momentos que teoricamente seriam calmos, serenos, e não temerosos como são. Em viagens, a falta de sono perpetua a cada momento pensante. Sono? Que nada. Impossível dormir, mesmo sendo no ônibus e de madrugada. Sensação de desconforto na própria casa. E fora de casa então? Recorrendo a supertições baratas, tais como trocar os móveis do quarto? Ou até mesmo entrar na casa com o pé direito? Nada disso. Apenas aceitando essa realidade concreta e mergulhando, aos poucos, em uma tristeza profunda.

Medos sem explicação, porém explícitos e no passar do tempo aceitáveis. Falta de confiança. Falta de confiança em si mesmo, mesmo antes de dormir. Sentir o coração batendo forte antes do momento do descanso já dava um leve desespero. A solução racional e momentânea era justamente tentar dormir e posicionar o travesseiro de forma que o lado esquerdo do peito não entrasse em contato com a cama. Para tal fim, naturalmente não sentiria o coração batendo. Sensação menos desesperadora que o contrário.

Falta de confiança. Medo de fazer as coisas. Medo de acordar e encarar os desafios. De vencer, de lutar para conseguir os objetivos traçados. Medo do sono, da viagem, do batimento pulsante do coração. Sensação estranha. Pesadelos constantes. E depois de cada pesadelo, dia assustador, dia estranho, dia sem concentração, dia com sensação de verdade baseada naquele sonho. Coração de pedra? Senhor da falta de sentimentos e da falta de emoção estendida no próprio rosto?

Ultimamente, voltando a pensar nisso, percebo que nada disso mais ocorre. Nada de sensações de morte, morte e morte no pré-sono. Raros pesadelos agora acontecem. Nada de falta de sono no ônibus. Nada de medo de incertezas futuras, angústias cruas.
Mais confiante. Além da minha família e amigos, tenho uma pessoa que confia em mim. Que me olha como ninguém nunca me olhou na minha vida. Pode soar até estranho, mas o jeito como ela olha pra mim me dá uma sensação de paz. Parece que é uma fuga dos meus medos. Isso me acalma. Me dá aquela sensação de que ela gosta realmente de mim. Nunca ninguém me olhou da mesma maneira como ela me olhou e me olha. Essa demonstração, que parece ser bastante simples, é absolutamente complexa para mim. É a prova definitiva que ela gosta de mim como eu sou. Mesmo com meus defeitos, meus vícios e até mesmo minhas virtudes. Ela confia em mim. E o mais importante, ela me passa confiança só no seu olhar. Esse olhar meio índio, meio japonês. Olhos puxados. Na hora quem que sorri, ficam mais puxados ainda. Os olhos japoneses com descendência indígena chegam a se fecharem. Maravilhoso quando isso acontece. Não consigo explicar a minha sensação quando a vejo sorrindo e fechando os olhos. O brilho da pele jambo ilumina o meu conforto, me dá uma alegria interior inexplicável. Sua risada espontânea, sua frescura sem frescura, sua alegria e companheirismo me dão uma paz espiritual e uma sensação de vontade de poder extrema. Uma realidade maravilhosa e uma sensação de plenitude que eu não consigo descrever.

*****

Parabéns Japinha. Feliz aniversário para você. Muitos anos de vida. O que desejo de bom pra mim, desejo para ti em dobro.

Te lovo!

Comentários (3)

Categoria: Empreitadas Bucaneiras, Presque Pensitivo

Férias da Internet Vs. Volta à Internet

Nonada, foi escrito por Santaum no dia 68 de Pós-matemática de 3173 YOLD às 9:14:86

Empreitadas Bucaneiras
Creative Commons License photo credit: Rev. Beraldo

Uma sensação diferente de mexer na internet é não mexer na internet, ao passo que não mexer na internet também pode ter suas conseqüências na mesma intensidade, porém reais. Apesar de mexer na internet não ser nem tão bom nem tão ruim quanto mexer na vida real. Mexer na internet não implica pressupor que o usuário que a ela pertence seja nerd, mesmo que ele fique conectado mais de 10 horas durante o dia. A última coisa que sou é nerd, apesar de enganar os outros com a recente descoberta da minha hipermetropia e astigmatismo e pelas horas voluntárias de estudo nas quais eu sou pago para fazê-las, ainda bem. Nem pelo fato de minha pessoa gostar de ler bastante durante o dia, de não assistir praticamente nada na televisão e muito menos saber o nome das novelas. Nem pelo fato de muito menos saber o tema polêmico da novela das quase 10 e saber os noticiários monótonos que passam no jornal do horário nobre. Nem sei se passa ainda esse jornal, se é que passa. Mas o fato de não assistir essas coisas não tem nada a ver com o nerdismo, mesmo que o nerdismo não tenha a ver com praticamente nada que seja usual.

Voltando à internet, intuitivamente, não nos leva a repensar em algo que, sinceramente, nos implica a pensar em tudo. Da mesma maneira, não quer dizer que pensar em tudo significa pensar em nada. Um raciocínio parecido e contrário não implica também, necessariamente, ser questionado da mesma maneira e da mesma forma fugindo de uma mesmice mesma, mesmo que essa mesmice mesma seja diferente.

Para tanto, o que podemos antecipar aqui, de antemão, é que nos próximos dias estarei absolutamente de férias da internet. Confesso que o fim da estada campineira neste ano me induziu bastante a evitar mexer nessa bomba informativa/desinformativa, considerando a minha salvação naquela terra de solitários somente meus posts, meu mestrado e meu MSN para falar com a minha família, namorada e amigos.

O que isso quer dizer? Quer dizer que até o dia 10/01/2008 com uma diferença de mais ou menos quatro dias (quem é que sabe não é? Às vezes decido ir numa lan house no meio das praias baianas de Ilhéus) para trás e para frente irei escrever meu próximo post. 2008 será um ano especial para mim pelo fato de completar 27 anos gregorianos no dia 27. Esperei minha vida toda para isso. Ficarei bastante emocionado neste dia. E como! Até parece.

Mas, enfim, desejo a todos um grande abraço, um ótimo fim de ano e um excelente 2008.

Comentários (4)

Categoria: Empreitadas Bucaneiras



www.flickr.com