Palavras do Presidente!
Nonada, foi escrito por Santaum no dia 70 de Burocracia de 3173 YOLD às 7:75:69

photo credit: rsrocha2004
Presidente sofre.
Fico imaginando a vida de um presidente. Seja de uma empresa privada, seja de uma nação. A vida de um líder. O fato de ser líder. É muita responsabilidade.
Para o presidente de uma nação, seria a responsabilidade de prestar serviço para a população (honestidade acima de tudo). Para o presidente de uma empresa privada, a responsabilidade de dar lucro ao seu acionista, além de garantir aos funcionários um ambiente de trabalho seguro, saudável e sustentável. Em uma instituição, ou federação, caso estas sejam democracias, o trabalho ainda é mais árduo.
Muitas vezes a imprensa pega pesado com o presidente. Outras vezes não. A tomada de decisão dele não agradou a todos. Talvez uma minoria. Outras vezes uma maioria. Por exemplo, suponhamos que o presidente de uma empresa decida demitir 40% dos seus funcionários. Com certeza muitos reclamarão da decisão, e outros agradecerão (pois aumentará a rentabilidade da empresa, não necessariamente nessa ordem). Isso sempre acontece. Se observa também sindicatos insatisfeitos com a nova jornada de trabalho decidida pelo presidente, a fim de aumentar o lucro da empresa. Sem esquecer dos baixos salários da maioria dos funcionários. Sobre a presidência de uma nação, também existem muitas críticas, como também muitos elogios. Afinal, o povão adora falar do presidente daquele país, seja bem ou mal, com L. Podemos estender a outros líderes, além do presidente, como governadores.
Toda tomada de decisão tem suas conseqüências. Alguns gostam, outros desaprovam. Muitos presidentes prometem e não cumprem. Outros cumprem e não prometem. Outros adotam uma medida agressiva de demissão em massa. Outros são absolutamente humanos, e até defendem o meio ambiente! Outros sequer alegam algum esforço para sanar esse problema global. Muitos são simpáticos, outros não.
Nesta semana, por exemplo, o presidente estadunidense declarou, segundo o sítio do Yahoo!, que “está interessado em uma boa política. Kyoto, segundo ele, era má política”. Pois bem, se era, não deve ser mais. Há alguns anos atrás, Bush (os Estados Unidos são responsáveis por 36% das emissões mundiais) recusou-se a assinar o Tratado de Kyoto porque achava que o aquecimento global não era uma questão urgente e que os custos econômicos para revertê-lo seriam excessivos. Muitas pessoas não gostaram da decisão dele. Outras pessoas gostaram.

photo credit: Milliron Photography
Tomada de decisão é muito difícil. Ainda mais quando o lucro se sobrepõe. Aliás, sempre o lucro se sobrepõe. Sempre na orelha do presidente tem um falando em ganhar mais. Podem ser os minoritários acionistas e até mesmo os habitantes daquele país. Afinal, todos querem que o PIB de seu país cresça mais de dois dígitos durante um ano, não é verdade? Que se dane o meio ambiente, ou a qualidade de vida dos trabalhadores, o mais importante é ficar mais rico. Riqueza é prosperidade. Mas acredito eu que alguns desejariam um crescimento de 0%. Todo mundo reclama um mísero crescimento do PIB de 3% ao ano. E em uma empresa então? Se um presidente decidir não aumentar em um ano o seu faturamento 5 ou 10%, tornaria impossível manter a empresa viva. Ou outra maior a compraria ou, na pior das hipóteses, a companhia iria fechar. Novamente a tomada de decisão do presidente, decidindo fechá-la. Sempre a palavra do grandioso por trás de qualquer decisão.
Às vezes me pergunto se realmente um presidente realmente desejaria ser presidente. E em uma empresa privada? Tudo bem, ele não ganha salário mínimo. Somente um bônus de no mínimo US$ 1.000.000,00 por ano. A tomada de decisão dele é sempre de “altíssima responsabilidade”, como abrir ou fechar fábricas, demitir ou empregar pessoas. Geralmente trabalha de 12 a 15 horas por dia e não tem tempo pra família. O nível de stress é elevado, seus filhos crescem e nem percebem que têm um pai. Nem mesmo nas férias, porque ele tem um blackberry, e toda hora seus subordinados se comunicam com ele.
Será que, se um simples gerente recebesse o mesmo salário do presidente, todos queriam exercer este cargo? Será que as pessoas desejam chegar nesse cargo simplesmente por vontade pessoal, status social e melhorar o Curriculum?
Cada escolha é uma sentença e uma alegria pessoal. É o nosso inferno e a nossa redenção.
Boa sorte aos presidentes e grande abraço a todos.

photo credit: rsrocha2004
Presidente sofre.
Fico imaginando a vida de um presidente. Seja de uma empresa privada, seja de uma nação. A vida de um líder. O fato de ser líder. É muita responsabilidade.
Para o presidente de uma nação, seria a responsabilidade de prestar serviço para a população (honestidade acima de tudo). Para o presidente de uma empresa privada, a responsabilidade de dar lucro ao seu acionista, além de garantir aos funcionários um ambiente de trabalho seguro, saudável e sustentável. Em uma instituição, ou federação, caso estas sejam democracias, o trabalho ainda é mais árduo.
Muitas vezes a imprensa pega pesado com o presidente. Outras vezes não. A tomada de decisão dele não agradou a todos. Talvez uma minoria. Outras vezes uma maioria. Por exemplo, suponhamos que o presidente de uma empresa decida demitir 40% dos seus funcionários. Com certeza muitos reclamarão da decisão, e outros agradecerão (pois aumentará a rentabilidade da empresa, não necessariamente nessa ordem). Isso sempre acontece. Se observa também sindicatos insatisfeitos com a nova jornada de trabalho decidida pelo presidente, a fim de aumentar o lucro da empresa. Sem esquecer dos baixos salários da maioria dos funcionários. Sobre a presidência de uma nação, também existem muitas críticas, como também muitos elogios. Afinal, o povão adora falar do presidente daquele país, seja bem ou mal, com L. Podemos estender a outros líderes, além do presidente, como governadores.
Toda tomada de decisão tem suas conseqüências. Alguns gostam, outros desaprovam. Muitos presidentes prometem e não cumprem. Outros cumprem e não prometem. Outros adotam uma medida agressiva de demissão em massa. Outros são absolutamente humanos, e até defendem o meio ambiente! Outros sequer alegam algum esforço para sanar esse problema global. Muitos são simpáticos, outros não.
Nesta semana, por exemplo, o presidente estadunidense declarou, segundo o sítio do Yahoo!, que “está interessado em uma boa política. Kyoto, segundo ele, era má política”. Pois bem, se era, não deve ser mais. Há alguns anos atrás, Bush (os Estados Unidos são responsáveis por 36% das emissões mundiais) recusou-se a assinar o Tratado de Kyoto porque achava que o aquecimento global não era uma questão urgente e que os custos econômicos para revertê-lo seriam excessivos. Muitas pessoas não gostaram da decisão dele. Outras pessoas gostaram.

photo credit: Milliron Photography
Tomada de decisão é muito difícil. Ainda mais quando o lucro se sobrepõe. Aliás, sempre o lucro se sobrepõe. Sempre na orelha do presidente tem um falando em ganhar mais. Podem ser os minoritários acionistas e até mesmo os habitantes daquele país. Afinal, todos querem que o PIB de seu país cresça mais de dois dígitos durante um ano, não é verdade? Que se dane o meio ambiente, ou a qualidade de vida dos trabalhadores, o mais importante é ficar mais rico. Riqueza é prosperidade. Mas acredito eu que alguns desejariam um crescimento de 0%. Todo mundo reclama um mísero crescimento do PIB de 3% ao ano. E em uma empresa então? Se um presidente decidir não aumentar em um ano o seu faturamento 5 ou 10%, tornaria impossível manter a empresa viva. Ou outra maior a compraria ou, na pior das hipóteses, a companhia iria fechar. Novamente a tomada de decisão do presidente, decidindo fechá-la. Sempre a palavra do grandioso por trás de qualquer decisão.
Às vezes me pergunto se realmente um presidente realmente desejaria ser presidente. E em uma empresa privada? Tudo bem, ele não ganha salário mínimo. Somente um bônus de no mínimo US$ 1.000.000,00 por ano. A tomada de decisão dele é sempre de “altíssima responsabilidade”, como abrir ou fechar fábricas, demitir ou empregar pessoas. Geralmente trabalha de 12 a 15 horas por dia e não tem tempo pra família. O nível de stress é elevado, seus filhos crescem e nem percebem que têm um pai. Nem mesmo nas férias, porque ele tem um blackberry, e toda hora seus subordinados se comunicam com ele.
Será que, se um simples gerente recebesse o mesmo salário do presidente, todos queriam exercer este cargo? Será que as pessoas desejam chegar nesse cargo simplesmente por vontade pessoal, status social e melhorar o Curriculum?
Cada escolha é uma sentença e uma alegria pessoal. É o nosso inferno e a nossa redenção.
Boa sorte aos presidentes e grande abraço a todos.
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Categoria: Liguê Djá
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