Opeth: Watershed (2008)
Nonada, foi escrito por Santaum no dia 33 de Confusão de 3174 YOLD às 3:86:49

photo credit: rsrocha2004
Sabe de uma coisa? Mudei de idéia. Depois de escutar o Watershed…
… não acho mais o Communion o melhor álbum lançado este ano. O que falar do Watershed? Nada melhor do que o próprio sueco Mikael Åkerfeldt [1] para falar a respeito do álbum que ele criou, hã?
“Eu trabalhei bastante com essas músicas durante um bom tempo e tenho escutado-as um zilhão de vezes e ainda não as odeio! O álbum soa excelente e eu acho que consigo nos ouvir evoluindo conforme o disco vai sendo tocado. Ele está nos levando musicalmente a algum lugar que eu ainda não sei. É muito excitante e eu não consigo me lembrar de ter jamais me divertido tanto gravando um disco”.
Nota integral imprópria de 0 a infinito de x*exp(x)dx: Detalhes da entrevista no sítio whiplash.net [2].
*****
A cada álbum novo que os caras lançam, sempre temos uma surpresa. O álbum nunca é “previsível”. Nunca sabemos a sua cara. O CD é lançado e você leva um choque, como todos os álbuns anteriores. Quem iria esperar, por exemplo, uma faixa como Coil?
E depois de Coil os caras mandam Heir Apparent, lembrando perfeitamente o fantástico Ghost Reveries.
É como o Åkerfeldt disse nessa entrevista [3]:
“Acho que nossa música é um pouco complexa demais para alcançar um público mais vasto. Gostamos desse jeito e é desse jeito que vai continuar. Eu não me importaria… se todo o mundo adorasse. Mas, os públicos maiores parecem gostar de música de elevador. Música que você não precisa ouvir.”
Eles sempre se arriscam, quebram tabus e experimentam a cada álbum. Sim, eles sempre experimentam e é por isso que acho Opeth a melhor banda de rock/metal do mundo.
Grande abraço a todos.

photo credit: rsrocha2004
Sabe de uma coisa? Mudei de idéia. Depois de escutar o Watershed…
… não acho mais o Communion o melhor álbum lançado este ano. O que falar do Watershed? Nada melhor do que o próprio sueco Mikael Åkerfeldt [1] para falar a respeito do álbum que ele criou, hã?
“Eu trabalhei bastante com essas músicas durante um bom tempo e tenho escutado-as um zilhão de vezes e ainda não as odeio! O álbum soa excelente e eu acho que consigo nos ouvir evoluindo conforme o disco vai sendo tocado. Ele está nos levando musicalmente a algum lugar que eu ainda não sei. É muito excitante e eu não consigo me lembrar de ter jamais me divertido tanto gravando um disco”.
Nota integral imprópria de 0 a infinito de x*exp(x)dx: Detalhes da entrevista no sítio whiplash.net [2].
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A cada álbum novo que os caras lançam, sempre temos uma surpresa. O álbum nunca é “previsível”. Nunca sabemos a sua cara. O CD é lançado e você leva um choque, como todos os álbuns anteriores. Quem iria esperar, por exemplo, uma faixa como Coil?
E depois de Coil os caras mandam Heir Apparent, lembrando perfeitamente o fantástico Ghost Reveries.
É como o Åkerfeldt disse nessa entrevista [3]:
“Acho que nossa música é um pouco complexa demais para alcançar um público mais vasto. Gostamos desse jeito e é desse jeito que vai continuar. Eu não me importaria… se todo o mundo adorasse. Mas, os públicos maiores parecem gostar de música de elevador. Música que você não precisa ouvir.”
Eles sempre se arriscam, quebram tabus e experimentam a cada álbum. Sim, eles sempre experimentam e é por isso que acho Opeth a melhor banda de rock/metal do mundo.
Grande abraço a todos.
Comentários (7)
Categoria: Poperó
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