O Oposto do Oposto Não Necessariamente é o Oposto do Oposto
Nonada, foi escrito por Santaum no dia 21 de Pós-matemática de 3173 YOLD às 9:09:75

photo credit: Rev. Beraldo
Nesses dias eu estava pensando… pensando…
Partimos do princípio de que exista dois opostos. Dois exemplos clássicos: a afirmação e a negação.
Ora, não podemos afirmar que estes dois opostos são cíclicos. Digo cíclico no sentido de bater e voltar. O que seria, portanto, o tal ciclo? Que uma determinada coisa faz girar algo para depois voltar a ser essa mesma coisa, ou conceito, ou seja o que for.
Dessa maneira, se existe a afirmação, o oposto dela é a negação. O oposto da negação seria a afirmação. Seria mesmo?
Pensando bem, não podemos dizer que o oposto de uma coisa negativa necessariamente seria afirmativa. Melhor dizendo, a não afirmação poderia ser uma negação, mas uma negação da negação não implica ser uma afirmação. Como é isso? O oposto de uma coisa negativa não ser afirmativa? Isso mesmo. Para muitos, poderia soaria meio estranho. Não seria, portanto, uma interpretação cíclica. De bater e voltar.
O oposto do oposto não necessariamente seria o oposto do oposto.
Grande abraço a todos.
Categoria: Beyond Badgá
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