Psicodelias Mentais, parte II
Nonada, foi escrito por Santaum no dia 55 de Caos de 3174 YOLD às 6:33:53

photo credit: Rev. Beraldo
A casa ficava a dois quarteirões do estádio do Morumbi. Isso no primeiro cenário. De repente, no segundo cenário, o apartamento ficava embaixo do estádio de futebol. O mais incrível era que eu conseguia enxergar o estádio minúsculo na janela, logo acima. Como o estádio é gigante, ele deveria estar mais ou menos na altura das nuvens.
Bom, cenário dito e feito.
Na primeira parte, eu e meu irmão mais novo estávamos correndo e, de repente, atravessando um sinaleiro, tava passando uma carroça com três moços. Tinha uma terceira pessoa correndo com a gente, mas não me recordo. Passamos ao lado da carroça e cumprimentei o carroceiro. A calçada tinha várias árvores e estávamos correndo justamente sobre ela.
O carroceiro achou meio estranho e era, por sinal, muito mal encarado, ao contrário dos carroceiros normais e simpáticos. Depois que o atravessei ele começou a apitar. Isso mesmo, apitar com um apito, com intervalos temporais perfeitos a cada “apitada”. Fiquei meio assustado com isso e dobrei a esquina. Entrei em um estacionamento. Meu irmão e a outra pessoa que não me lembro parou na calçada arborizada. O carroceiro estava armado. Não sei o que aconteceu. Afinal, eu era o narrador do sonho e não teria visto o que se passara pelo simples fato de ter entrado no estacionamento.
O moço entrou com a sua carroça no estacionamento apontando uma arma para mim. Me pediu 5 reais. Eu dei a ele. O carroceiro foi embora.
Meu pai havia chegado alguns dias depois desse evento e justamente nesse dia tava passando um jogo no estádio. Chamei ele para assistir, mas recusou. Achara que seria muito perigoso locomover e entrar no estádio.
*****
Na segunda parte, para entrar no apartamento, que ficava embaixo do estádio, era necessário subir uma escada de marinheiro de dois metros de altura. A entrada do apartamento era um buraco parecido com aquelas entradas de sótão.
A casa tinha mais banheiro do que quarto. Banheiros antigos, parecidos com banheiros públicos, entretanto dentro do apartamento. Havia mais ou menos dois vãos principais e os banheiros eram distribuídos ao longo deles.
Na primeira parte, minha família toda (incluindo meus avôs, todo mundo) foi me visitar nesse apartamento. Não lembro como eles entraram, mas lembro que eles estavam lá dentro.
*****
Uma coisa é certa. Tenho que seguir a dica do meu colega de república. Ele falou pra eu comer pouco antes de dormir, para que eu evite ter pesadelos.
Grande abraço a todos.

photo credit: Rev. Beraldo
A casa ficava a dois quarteirões do estádio do Morumbi. Isso no primeiro cenário. De repente, no segundo cenário, o apartamento ficava embaixo do estádio de futebol. O mais incrível era que eu conseguia enxergar o estádio minúsculo na janela, logo acima. Como o estádio é gigante, ele deveria estar mais ou menos na altura das nuvens.
Bom, cenário dito e feito.
Na primeira parte, eu e meu irmão mais novo estávamos correndo e, de repente, atravessando um sinaleiro, tava passando uma carroça com três moços. Tinha uma terceira pessoa correndo com a gente, mas não me recordo. Passamos ao lado da carroça e cumprimentei o carroceiro. A calçada tinha várias árvores e estávamos correndo justamente sobre ela.
O carroceiro achou meio estranho e era, por sinal, muito mal encarado, ao contrário dos carroceiros normais e simpáticos. Depois que o atravessei ele começou a apitar. Isso mesmo, apitar com um apito, com intervalos temporais perfeitos a cada “apitada”. Fiquei meio assustado com isso e dobrei a esquina. Entrei em um estacionamento. Meu irmão e a outra pessoa que não me lembro parou na calçada arborizada. O carroceiro estava armado. Não sei o que aconteceu. Afinal, eu era o narrador do sonho e não teria visto o que se passara pelo simples fato de ter entrado no estacionamento.
O moço entrou com a sua carroça no estacionamento apontando uma arma para mim. Me pediu 5 reais. Eu dei a ele. O carroceiro foi embora.
Meu pai havia chegado alguns dias depois desse evento e justamente nesse dia tava passando um jogo no estádio. Chamei ele para assistir, mas recusou. Achara que seria muito perigoso locomover e entrar no estádio.
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Na segunda parte, para entrar no apartamento, que ficava embaixo do estádio, era necessário subir uma escada de marinheiro de dois metros de altura. A entrada do apartamento era um buraco parecido com aquelas entradas de sótão.
A casa tinha mais banheiro do que quarto. Banheiros antigos, parecidos com banheiros públicos, entretanto dentro do apartamento. Havia mais ou menos dois vãos principais e os banheiros eram distribuídos ao longo deles.
Na primeira parte, minha família toda (incluindo meus avôs, todo mundo) foi me visitar nesse apartamento. Não lembro como eles entraram, mas lembro que eles estavam lá dentro.
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Uma coisa é certa. Tenho que seguir a dica do meu colega de república. Ele falou pra eu comer pouco antes de dormir, para que eu evite ter pesadelos.
Grande abraço a todos.
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