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Calendário Santaumniano Definitivo

Nonada, foi escrito por Santaum no dia 42 de Confusão de 3174 YOLD às 9:25:96

Discordianismo
Creative Commons License photo credit: rsrocha2004

Depois de esboçado o calendário santaumniano preliminar e isso ter dado o que falar (afinal, as horas métricas foram adaptadas no horário discordiano), eis o calendário santaumniano definitivo.

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(Clica aqui e leia o resto da postagem…)

Comentários (13)

Categoria: Discordianismo, Empreitadas Bucaneiras

Decidindo Dormir Até Dormir

Nonada, foi escrito por Santaum no dia 40 de Confusão de 3174 YOLD às 8:52:50

Presque Pensitivo
Creative Commons License photo credit: rsrocha2004

Como é bom dormir, hã?

A única coisa que reclamo é esperar até a hora de dormir. Sabe aquele intervalo em que você decide dormir até a hora que você efetivamente dorme?

Ok, vou dormir agora!

Não é simplesmente vou dormir e durmo e pronto. Pelo menos comigo não é assim que acontece. Alguns têm mais facilidade. No meu caso não. Dependendo de várias circunstâncias no meu dia-a-dia - dentre eles picos ou momentos de excesso de ansiedade - coisas realmente muito malucas acontecem nesse intervalo (que não descreverei aqui para não assustar o leitor).

De fato, acho que minha única reclamação sobre minha vida repercute nesse momento. Parece que esse invervalo é meu ponto fraco e que é justamente nesse momento que minhas ansiedades são expostas e algumas vezes isso me assusta bastante.

Mas tudo bem. A solução é simples. Pelo menos pra mim, é conversar bastante com amigos e ficar perto da minha família, como também da minha namorada obviamente.


Creative Commons License photo credit: lucianvenutian

Nota derivada de f(0,5) de x^2: Nunca durma com a barriga cheia, pois por causa disso você pode ter pesadelos, lembrando que tenho um colega muito próximo que acredita nisso da mesma maneira que eu acreditava em papai noel quando tinha 5 anos.

Grande abraço a todos.

Comentários (12)

Categoria: O Burro e o Figo, Presque Pensitivo

São Félix me Evangelizou

Nonada, foi escrito por Santaum no dia 39 de Confusão de 3174 YOLD às 4:03:67

Empreitadas Bucaneiras
Creative Commons License photo credit: rsrocha2004

Inicialmente, comecei a escrever porque notei que era legal escrever. Fazer o relatório da FAPESP naquela época foi um grande divisor de águas, pois sem ele não seria possível perceber esse tipo de prazer que eu tenho.

Através da influência do genial blogueiro, pernambucano, engenheiro, músico, compositor e quase doutor e fã de tecnologia Félix, comecei a blogar (o título da minha primeira postagem é a prova viva das minhas contradições e do meu excesso de ansiedade no que diz respeito ao futuro, 5 he’s). E isso foi em 66 de confusão de 3173 YOLD (no falso calendário, foi em 31 de julho de 2007).

Minhas pretenções (e até hoje são) na época foram no sentido de melhorar a minha escrita e consequentemente expor algumas opiniões e idéias pessoais. Com o tempo, muitas coisas foram mudando e adaptações ocorreram, pois nossa vida é dinâmica como também é o mundo em nossa volta. Nunca imaginaria que haveriam leitores diários nesse blog que não fossem meus amigos pessoais, minha mãe, irmãos e namorada. Isso é bem bacana e motivador. Talvez se não fosse por isso este blog já teria morrido há muito tempo, como fez e faz parte das minhas novas pretenções. Entretanto, recentemente descobri que o blog não me atrapalha e não toma meu tempo. Pelo contrário, ele me ajuda e é uma das minhas “fugas”. Ainda mais se tratando desse lugar que eu moro, que é muito ruim.

Bom, é isso. Aguardemos o dia 31 de julho então. E obrigado São Félix.


Creative Commons License photo credit: Zesmerelda

Nota derivada de f(0,5)=x^2: Nessa foto da categoria empreitadas bucaneiras, o fotógrafo (amador) sou eu e no fundo é a minha namorada. Estávamos na Pinacoteca do estado de São Paulo vendo a exposição de Tarsila do Amaral e resolvi tirar uma foto da praça da Luz (no fundo). O vidro permitiu o nosso reflexo. Achei legal essa foto e ela retrata bem minhas empreitadas bucaneiras.

Nota derivada de f(1)=(1/3)*x^3: Respondendo a pergunta do meu primeiro post, não sei a resposta.

Grande abraço a todos.

Comentários (8)

Categoria: Empreitadas Bucaneiras

A Confiança e a LDU

Nonada, foi escrito por Santaum no dia 38 de Confusão de 3174 YOLD às 3:98:74

Futebol
Creative Commons License photo credit: rsrocha2004

Sabemos que uma das funções do treinador de futebol é passar confiança aos jogadores. E sabemos também que uma conseqüência disso é a grande confiança que os jogadores têm em si mesmos e em relação ao grupo.

Depois de ganhar do SPFC e Boca Juniors, o Fluminense pegou um time relativamente sem tradição na final da taça Libertadores. Será que houve um relaxamento? “Oras, se ganhamos do SPFC e do Boca, temos certeza de que iremos ganhar do LDU”.

Depois de perder de 4×2 no jogo de ida, eis a pergunta que não quer calar: os jogadores estavam tão confiantes a ponto de terem certeza de que conseguiriam ganhar com mais de 3 gols de diferença no jogo de volta e por isso não treinaram penalidades?


Creative Commons License photo credit: jbracken

Nada disso. Simplesmente a LDU teve os seus méritos e mereceu ganhar a competição. Parabéns aos equatorianos.

Grande abraço a todos.

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Categoria: Futebol

Contribuição dos Plásticos no Petróleo

Nonada, foi escrito por Santaum no dia 36 de Confusão de 3174 YOLD às 6:67:34

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Não sei se você tem a mesma impressão, mas vários amigos já me chegaram dizendo que a contribuição dos plásticos no consumo de petróleo é elevada.

Eis então as estatísticas: plásticos contribuem apenas com 4% do consumo de petróleo segundo o livro Ciência dos Polímeros de S. V. Canevarolo Jr.

Oras, então como são as contribuições para o consumo de petróleo, hã? Como são, por exemplo, para transportes com o uso de combustíveis?


Creative Commons License photo credit: Fábio Pinheiro

 

Contribuições como transporte representam 29% e geração de energia representam 22%.

Agora, o mais impressionante. Imagino que já tenha contabilizado a diferença do total de contribuições na sua HP 48G+ ou no Excel ou versão similar livre (pois mais de 15% dos leitores desse espaço - que representa na internet algo análogo volumetricamente a um carrapato com relação a soma de todos os cachorros deste planeta - usam linux) ou até mesmo para o caríssimo que tem uma capacidade enorme de fazer cálculos complexos como este. Como percebeu essa diferença, naturalmente surge a pergunta que não quer calar: E o restante das contribuições, hã?

Pasmem: 39% do consumo de petróleo é para CLIMATIZAÇÃO.

 

Grande abraço a todos.

Comentários (14)

Categoria: Chemical Engineering

Entre a Mesmice e a Fuga do Mesmo

Nonada, foi escrito por Santaum no dia 35 de Confusão de 3174 YOLD às 3:62:48

Presque Pensitivo
Creative Commons License photo credit: rsrocha2004

Existe algo na minha vida que me intriga bastante. Esse algo é justamente este paradoxo entre a mesmice e a fuga do mesmo na minha vida. O que me deixa mais satisfeito? A mesmice ou justamente o ato de escapar dela?

A mesmice me parece que é uma fuga que a nossa vida intuitivamente nos propõe a fugir da dor, da derrota e da frustração. Nos dá uma sensação de conforto instantâneo, alívio e de certa forma nos conduz a atitudes iguais às dos outros. É um sentimento rebanhado, de uma maioria que faz parte de um enorme grupo que naturalmente sempre está à nossa volta. Pode soar estranho, mas subentende-se que essa enorme maioria geralmente é feliz. Entretanto, seria essa uma felicidade de capa, de superfície, uma embalagem que mascara aquele verdadeiro sentimento que um espírito livre é capaz de proporcionar.

O grupo oposto é composto de pessoas que são contra essas posturas mesmas e iguais às dos outros. São uma pequena minoria. São pessoas fisicamente iguais às outras, porém elaboram em si pensamentos universais completamente diferentes daqueles que vieram de uma mesmice. São questionadores, sempre interrogam tudo que está em sua volta e sempre tendem a buscar a sua verdade absoluta. Às vezes não, evidentemente, contanto que não se pode deixar de adjetivá-los como criaturas humanas que refletem pensamentos em torno de si e em sua volta, que buscam um norte no seu dia-a-dia e ficam intrigados com as coisas tais como efetivamente são. Dá a entender que esse grupo se frustra mais e ao mesmo tempo fica revoltado e insatisfeito com as situações naturais que são deparadas no decorrer da sua vida. A pessoa desse grupo sempre se intriga em várias situações pelas quais a mesmice se manifesta e muitas vezes pode sofrer bastante com isso, por se tratar de uma minoria. Talvez não, pelo fato de se achar diferente e também por acreditar veementemente naquilo que o incomoda. E, para muitos desses poucos, essa pode ser uma felicidade interior e verdadeira.


Creative Commons License photo credit: el Buho nº30

Fico questionando qual o caminho que eu devo tomar, ao observar que tenho vários conhecidos que sequer se questionam sobre si mesmos. De conhecidos que, quando começo a comentar sobre assuntos do tipo, sequer começam a discutir algo parecido e encerram-me dizendo que eu estou viajando. Será, portanto, que não faço parte do grupo arrebanhado e fico intrigado como poucos acerca dessas questões reflexivas e existenciais? Seria isso um problema?

Para os mesmos, isso é um problema. Ainda mais quando se trata do atual, do hoje em dia. Para os mesmos, compensa mais ser igual aos outros e buscar na sua unidade algo plural e coletivo, para que os desvios da sua mesmice sejam mascarados. Para os mesmos, vale a pena buscar um modelo global para que ele se frustre menos e o outro não perceba a sua fraqueza natural e interior. Até para ele “mesmo” a sua maneira plural de viver lhe cai muito bem pelo fato de omitir algumas frustrações no seu pensamento interior e na sua unidade. Parece que essa sensação pode deixar em si um falso conforto, uma falsa alegria e uma falsa comodidade momentânea que não o faz se distinguir dos outros. Para os mesmos, isso seria, portanto, uma válvula de escape.

É, portanto, uma sensação frustrante e malograda os bem-aventurados que procuram questionar a sua existência e tudo que está em sua volta? Talvez a resposta seria sim. Mas não completamente um sim. Seria um sim com uma cara de não. Intuitivamente, este sim poderia ser um não ou nenhum dos dois, ou os dois ao mesmo tempo. O que interessa é que essas sensações ficariam mais claras, verdadeiras, como também o oposto delas. Não se criaria a partir daí uma máscara, uma capa, algo superficial. Os sentimentos seriam unânimes e verdadeiros. Viriam do seu interior. E essas sensações são fantásticas.

Mas até que ponto vale a pena expor em si estes sentimentos verdadeiros? Seria demasiado satisfatório para mim o simples fato de assumir verdadeiramente meus sentimentos ao invés de mascará-los?

Apesar desse paradoxo, todos já sabem a minha resposta.


Creative Commons License photo credit: Swami Stream

Texto original no Nada Pensitivo!.

Grande abraço a todos.

Comentários (9)

Categoria: Presque Pensitivo



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